Uma avaliação da Secretaria Estadual de Educação (Seduc) revela que 97,12% das escolas de ensino médio do Estado apresentam desempenho inferior a 4,0 pontos – numa escala de 0 a 10. Dado que reflete também os péssimos resultados no 5º e 9º ano, do Ensino Fundamental, que obtiveram índice abaixo de 5,0 pontos (81,3%) e abaixo de 4,0 (91,38%), respectivamente. Os índices são resultado do Sistema de Avaliação da Educação do Tocantins (Salto), a partir da aplicação de provas nas redes municipal e estadual de ensino entre os dias 24 de maio de 10 junho deste ano, nos 139 municípios do Estado. No total, 52.548 alunos fizeram o exame, sendo 19.828 deles do 5º ano, 19.969 do 9º ano e 12.751 alunos da 3ª série do Ensino Médio.
Para o secretário Estadual da Educação, Danilo Mello, o resultado é preocupante e os baixos índices estão ligados, principalmente, às dificuldade que os professores têm em avaliar os alunos e ainda a entrada tardia da criança na escola. “O correto é a criança ingressar na escola aos 4 anos. No Tocantins, isso ocorre em média aos 7 anos, em função de uma dificuldade que os municípios tem em investir na pré-escola”, avaliou, ressaltando a necessidade de firmar parcerias e buscar ações que mudem esse quadro. “Pois a base é primordial para mudar esses índices”, pontou Mello.
Avaliação
O secretário destacou que além de investir na formação continuada dos docentes, o Estado preparou um Guia de Aprendizagem, que traz exercícios e metodologias para facilitar o aprendizado dos alunos. O material custou R$ 457 mil para Estado e deve chegar as escolas até o próximo dia 15. “Não podemos dizer que esses índices estão baixos porque os professores ganham pouco, ou porque falta estrutura. Sabemos que hoje o professor tocantinense recebe o segundo melhor salário da federação e que nossa estrutura não é das piores. Portanto falta mais compromisso na sala de aula”, enfatizou Mello, acrescentando que o Tocantins deveria estar pelo menos entre os dez maiores índices da Educação Básica (Ideb) no Brasil, e não no 17º lugar, considerando os investimentos.
Melhores
Os destaques no 5º ano foram as escolas estaduais São José (Dianópolis) e Municipal Casemiro Ferreira Soares (Araguaína), com notas 8,8 e 8,6, respectivamente. Já no 9º ano, os melhores resultados foram os das escolas Educandário Evangélico Ebenezer (Gurupi), com 6,3, e, Estadual Darcinópolis (Buriti do Tocantins) com 5,48 de média.
O diretor da escola Estadual Darcinópolis, Nilmar Mendes Leite, atribuiu o bom resultado a motivação que os professores levam aos alunos, ressaltando sempre a eles a importância da formação na busca de oportunidades profissionais e pessoais. “Tentamos estar perto de nossos alunos e manter a auto estima deles, pois o aluno precisa estar motivado e decidido a buscar novos caminhos”, pontuou. (Jornal do Tocantins)



Para começar no Tocantins há progressão sem concurso qu e é um erro,façam como o Maranhão que faz concurso para mudar de nível.
Já era esperado,pois certas inspetoras passam o dia inteiro atrás de fofocas se preocupando com assuntos banais e fazendo politica e perseguindo as escolas começando pela Dre de Araguaína e Colinas esse tal de Joeder é um incompetente juntamente com certas inspetoras fofoqueiras,visando fechar escolas onde o Tocantins precisa de empreendedores na área educacional para que o estado cresça,enquanto nosso governador não olhar com carinho esse problema vamos padecer.
Se faz educação de qualidade é estimulando os alunos a gostarem de estudarem,e educadores responsáveis e que amem a profissão de educadores que são, pois podem ganharem milhões nunca farão um trabalho excelente se não gostam do que fazem.
Não me cabe julgar por qual motivo esta ou aquela escola deixou de ter nota máxima, porque alguém sempre vai explicar com uma justificativa que nem sempre convence, isto é, justificativa fosse alguma forma de convencimento da justificativa real, que todos sabemos de longe a verdadeira causa. Más quero mesmo é parabenizar alunos e professores da minha querida e inesquecível Ribeira, onde cursei até a quarta série primária, na ESCOLA MUNICIPAL SENADOR PEDRO CARNEIRO no ano de 1977. Fica provado que boa vontade independe de recurso, porque dinheiro é consequência do trabalho e não ao contrário. Parabéns, aqui de Goiânia, acompanho tudo que se relacione a Darcinópolis e me enchi de orgulho com está notícia. TE AMO DARCINÓPOLIS. FIZICO.
A TÍTULO DE INFORMAÇÃO:
DENTRE AS ESCOLAS DO “MUNICÍPIO” DE ARAGUATINS, QUANTO À AVALIAÇÃO DO SALTO NO ENSINO FUNDAMENTAL O RANKING ESTÁ DA SEGUINTE FORMA (9º ANO E. F.):
1º LUGAR: COL. EST. LEÔNIDAS GONÇALVES DUARTE – 4,01 e COL. EST. OSVALDO FRANCO – 4,01 (AMBAS ESCOLAS EMPATADAS);
2º LUGAR: ESC. MUL. PADRE VITÓRIO – 3,73;
3º LUGAR: COL EST. ATANÁZIO DE MOURA SEIXAS – 3,65;
4º LUGAR: ESC. ISOLADA SANTA GERTRUDES – 3,44;
5º LUGAR: ESC. MUL. AURELIANO JOSÉ FERREIRA – 3,36;
6º LUGAR: ESCL MUL. MARINGÁ – 3,14;
7º LUGAR: ESC. MUL. PROFESSORA MARIA DE LOURDES MILHOMEM FERNANDES: 2,90
FONTE: http://www.seduc.to.gov.br
A educação do Tocantins só mudará quando os gestores forme indicados através de concursos, os coordenadores darem apoio pedagógico ao professor e os professores avaliarem os alunos pelas habilidades que eles tem. Em relação aos gestores eles são indicados por políticos porque fizeram compromissos políticos pois, competência para gestar a maioria não tem pensa apenas nas diárias, estatos e muitas vezes ditarem ordens. Os coordenadores que são todos pedagogos têm todo um conteúdo teórico para elaborarem projetos e auxiliarem os professores, a função é olhar o horário para saber se faltou algum professor e quem pode subir a aula ou substituí-lo, há ainda alguns que para não perderem a função vivem puxando saco dos diretores. Os professores sozinhos não poder reverterem esse quadro e elevarem o nível de aprendizagem dos alunos e sim toda a equipe.
A TÍTULO DE INFORMAÇÃO:
DENTRE AS ESCOLAS DO “MUNICÍPIO” DE ARAGUATINS, QUANTO À AVALIAÇÃO DO SALTO NO ENSINO FUNDAMENTAL O RANKING ESTÁ DA SEGUINTE FORMA (9º ANO E. F.):
1º LUGAR: COL. EST. LEÔNIDAS GONÇALVES DUARTE – 4,01 e COL. EST. LEÔNIDAS G. DUARTE – 4,01 (AMBAS ESCOLAS EMPATADAS);
2º LUGAR: ESC. MUL. PADRE VITÓRIO – 3,73;
3º LUGAR: COL EST. ATANÁZIO DE MOURA SEIXAS – 3,65;
4º LUGAR: ESC. ISOLADA SANTA GERTRUDES – 3,44;
5º LUGAR: ESC. MUL. AURELIANO JOSÉ FERREIRA – 3,36;
6º LUGAR: ESCL MUL. MARINGÁ – 3,14;
7º LUGAR: ESC. MUL. PROFESSORA MARIA DE LOURDES MILHOMEM FERNANDES: 2,90
FONTE: http://www.seduc.to.gov.br
É muito bom criticar, aos que criticam professores,a familia e população por um ensino público falido, não por culpa de professores abnegados e honrosamente esforçados; apresentem soluções práticas e viaveis. Façam uma reflexão do que é o ensino público em todo estado, podemos dizer em todo Brasil, o poder público sim com seus politicos na sua maioria corruptos, desviando como já se é sabido verbas que eram pra melhorar a qualidade do ensino, sim meus caros amigos esses são os maiores culpados. Agora culpar professores paciência; professor tem que ser bem remunerado mesmo pois é ele o responsavel direto na formação do caratér de milhares de pessoas em todo território nacional. Estão mais que certos na busca de melhores salários. Como relatou a leitora Marianna, vamos tirar as amarras dos professores, e os deixem ensinar, a familia cobrando dos seus filhos respeito ao educador afinal educação se aprende em casa, a população cobrando do estado ou municipio, um ensino de qualidade pois ensino de qualidade é dever e obrigação do estado.E o poder público dando condições para que os educadores ensinem e ensinem bem.
Os professores temos sido muito corporativistas na luta por salários (embora eu concorde que deveríamos ganhar mais, mesmo duvidando que esse salário maior tivesse um mínino de investimento em livros ou na formação em geral) e na hora de nos isentarmos dos resultados ruins, culpando apenas a atual geração de alunos pelas características que os acompanham atualmente. Além do mais também temos sido uma ótima corporação quando se trata de servir de cabo eleitoral a políticos do pior cacife, fazendo coro com a massa que vota por ignorância ou benefícios assistencialistas.
Enquanto pecamos pelo corporativismo mal aplicado o governo peca por incompetência e desorganização. O último concurso é uma prova disso. Aqui em Esperantina começamos os dois semestres letivos de 2011 sem professores, muita rotatividade resultante da rotulação política feita pelos coronéis regionais que dizem “esse não quero, nem aquele, pois votaram na oposição”, independentemente da competência e do compromisso que este ou aquele professor demonstre.
Se no início dos semestres não há autorização para a contratação de professor (a autorização sempre chega atrasada), por outro lado o governo usa de métodos populistas para agradar a classe e os alunos – estes com bicicletas e aqueles com notebooks. Uns e outros podem ser até necessários, mais primeiramente o seria a presença de professores em sala de aula (no regular) e na atividade complementar (os pioneiros mirins).
De nossa parte (os professores) ainda pesa o fato de não empreendermos nenhuma pesquisa que adiante o passo em relação ao senso comum sobre o porquê de nossos alunos não aprenderem, nem o quererem.
A educação vai melhorar quando aluno não valer dinheiro para o Estado;
Quando professor tiver compromisso;
Quando as escolas tiverem autonômia;
Quando ter eleição de diretor, ou seja, político alfineta nas escolas;
Quando haver estrutura, salário e logistica nas escolas e
Políticas públicas voltadas para educação a longo prazo. etc…
Valorização do professor já.
Acredito que um dos problemas seje a logística.
Muitos sabem das dificuldades encontradas em relação ao transporte.
Tipo Arapoema, só possui transporte duas vezes por dia. Se você perder a Van das 14 horas, só no outro dia. Em Carrasco Bonito é outro exemplo, a única van que faz linha por lá, chega 9h e volta ao meio dia.
E assim, são muitas cidades do Tocantins. Com isto é praticamente impossível ter os melhores professores. Embora, o salário do Tocantins é bem atraente.