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quinta-feira, maio 21, 2026
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ARAGUATINS: Imprensa de Marabá, confirma que Elvis morreu no hospital após emboscada a tiros

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Conforma informações da imprensa marabaense, Elvis Gomes Ferreira, de 40 anos, morreu no hospital, após ser baleado durante um emboscada registrada na noite desta quarta-feira (20), em Marabá, no sudeste do Pará. Ele estava em um veículo modelo Mobi quando foi surpreendido por dois homens em uma motocicleta na Rua Kalil Mutran, esquina com a Rua do Aeroporto, no Bairro Laranjeiras, Núcleo Cidade Nova. A vítima foi atingida no rosto e socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), sendo encaminhada ao hospital, onde passou por cirurgia, mas não resistiu aos ferimentos.

O caso ganhou forte repercussão por causa do histórico criminal de Elvis, condenado em 2016 a 49 anos de prisão pela morte do casal de cabeleireiros Nailton Santos Silva, conhecido como Ney, e Adriana Fernandes da Rocha, em Araguatins, no norte do Tocantins. Adriana estava grávida na época do crime, fator que agravou a pena. O julgamento mobilizou a cidade e teve ampla repercussão regional devido à brutalidade do caso, ocorrido em 2006, quando o casal foi assassinado dentro da própria residência.

De acordo com a denúncia apresentada à Justiça, Elvis teria planejado o crime motivado por conflitos pessoais, problemas relacionados à vizinhança e inveja do crescimento profissional das vítimas. Ney foi morto dentro da casa sem possibilidade de reação, enquanto Adriana foi atingida no quarto do casal. A investigação também apontou participação de um comparsa, responsável por utilizar fogos de artifício para dificultar que os disparos fossem percebidos pela vizinhança. Apesar de negar envolvimento durante o julgamento, Elvis acabou condenado pelo Tribunal do Júri.

A Polícia Civil também informou que o veículo conduzido por Elvis estava sob investigação por suposta participação em crimes registrados em Marabá. Após o atentado, equipes iniciaram diligências para identificar os autores dos disparos e esclarecer a motivação da execução. Até o momento, ninguém foi preso e o caso segue sendo investigado pelas autoridades paraenses.

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