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domingo, abril 12, 2026
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ARAGUATINS: Trajetória de Ariston na Polícia Civil é reconhecida com medalha e menção elogiosa na capital

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A Polícia Civil do Tocantins oficializou, no início deste mês de abril, a aposentadoria do oficial investigador araguatinense Ariston Ribeiro de Araújo, após quase 24 anos de atuação na segurança pública. Integrante do Grupo de Operações Táticas Especiais (GOTE), unidade de elite da corporação, o servidor teve sua trajetória reconhecida durante solenidade realizada na sede da Delegacia-Geral, em Palmas, com a entrega de medalha e menção elogiosa.

A homenagem foi conduzida pelo delegado-geral Claudemir Luiz Ferreira, ao lado do delegado Roger Knewitz, que destacaram a relevância dos serviços prestados ao longo de mais de duas décadas. Ariston ingressou na corporação em 2003, com primeira lotação no município de Sítio Novo, passando posteriormente por Araguatins, sua cidade natal, até consolidar carreira na capital.

Com formação tática especializada, o investigador participou do Curso de Operações Táticas (COT), base para a criação do GOTE, onde permaneceu por cerca de 23 anos. Nesse período, atuou como coordenador de operações e instrutor nas áreas de uso progressivo da força, armamento e tiro, sendo responsável pela capacitação de dezenas de policiais civis. Também integrou unidades estratégicas, como a Divisão de Homicídios e delegacias especializadas, contribuindo para o fortalecimento operacional da instituição.

A atuação de Ariston extrapolou os limites do estado. Em 2013, foi convocado para a Força Nacional de Segurança Pública, participando de missões em diferentes regiões do país, incluindo operações em Maceió (AL), Natal (RN), Novo Progresso (PA), além de cidades de Goiás. Nesse período, trabalhou na área de inteligência e chegou a atuar na segurança da delegação da seleção dos Estados Unidos, retornando ao Tocantins em 2015 com reconhecimento institucional.

Ao se despedir da carreira, Ariston destacou o sentimento de dever cumprido. A trajetória também foi ressaltada pelo delegado-geral e pelo atual chefe do GOTE, Rildo Barreira, que enfatizaram sua contribuição na formação de quadros e no aprimoramento técnico da corporação. A saída do servidor marca o encerramento de um ciclo considerado relevante para a estrutura operacional da Polícia Civil, especialmente no âmbito das ações táticas e de treinamento no estado.

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