
As aplicações financeiras realizadas pelo Instituto de Gestão Previdenciária do Tocantins (IGEPREV) são alvo de diversas auditorias realizadas pelo Ministério da Previdência Social (MPS) realizadas entre os anos de 2011 e 2013. Entre os pontos detectados pelo MPS está o “sumiço” de R$ 105 milhões durante operação de reenquadramento de aplicações.
Nos documentos, que incluem seguidos Termos de Ajustamento de Conduta (TAC) descumpridos pelo IGEPREV, estão relatórios onde o MPS mostra que parte do dinheiro do Fundo Previdenciário do Tocantins (Funprev) teria sido aplicado em fundos de investimento “podres” e fora das regras impostas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).
Sumiço
Entre as constatações do MPS está um “desencontro de informações” em relação à destinação de R$ 105.665.804,82, parte de um valor aplicado no Fundo Classic (NSG) de investimento de forma irregular, que desapareceu após o ministério ter cobrado que o dinheiro retornasse ao Funprev. De acordo com os relatórios do MPS, o IGEPREV descumpriu orientações sobre o investimento em fundos de investimento com renda fixa e com renda variável.
Irregularidades
Para ambos, são estabelecidos limites de aporte financeiro em relação ao valor total do fundo, cujas porcentagens não podem ser exercidas sob pena de sanções do MPS, além do alto risco a que estaria submetido o dinheiro aplicado, já que os limites existem para prevenir perdas muito altas em caso de quebra dos fundos de investimento.
Em documento de dezembro de 2012, que relata indícios de irregularidades nas aplicações financeiras, o MPS afirma que “o auditor aponta, a partir dos documentos apresentados pelo IGEPREV, diversas desconformidades das aplicações financeiras à Resolução do CMN nº 3.922/2010”.
Entre os indícios percebidos pelo auditor do ministério está a constatação de que “alguns fundos de investimento tenham sido formatados prevendo ou se expondo a demasiados riscos futuros sem as devidas garantias”. A afirmação do auditor do MPS se aproximam de constatação da Polícia Federal durante a operação Miqueias, que prendeu quadrilha que fraudava fundos previdenciários.
Ainda em dezembro do ano passado, um TAC foi firmado entre IGEPREV e MPS para resolver os problemas apontados. Neste documento, a União aponta que o governo do Tocantins já havia descumprido parcialmente outro TAC, firmado em maio de 2012.
Entre as obrigações propostas pelo novo acordo estavam o reenquadramento imediato de aplicações em nove fundos previdenciários e a comprovação, até dezembro deste ano, da conformidade das aplicações.
Neste relatório o ministério aponta que três dos nove fundos com aplicações irregulares não tiveram os aportes feitos pelo IGEPREV reenquadrados. São eles Leme IMA-B, onde 43,27% do dinheiro aplicado era do IGEPREV, Incentivo FIDC (34,10% do fundo de aplicações do IGEPREV) e Leme Brasprev (39,98%). Em todos estes fundos, o IGEPREV não poderia ter investido mais do que 25% do valor total do fundo.
Churrasco
Outro ponto que chama atenção nos relatórios do MPS é um apontamento de um auditor do ministério que mostrou que o IGEPREV é um dos “donos” da rede de churrascaria Porcão, já que uma de suas aplicações consiste em cerca de 40% das ações da holding da rede de restaurantes.
Problemas
Além das irregularidades apontadas pelo MPS, o ex-presidente do instituto Rogério Villas Boas foi exonerado pelo governo estadual apenas dois dias após ter sido citado em gravações feitas pela PF na operação Miqueias. (Com informações do Jornal do Tocantins)



Desse desastroso governo só se podia esperar é isso mesmo, mais uma farra com o dinheiro público. A exoneração do ex-presidente ROGÉRIO VILLAS BOAS do IGEPREV, ao invés de solucionar parte dos problemas, somente reforça as suspeitas da Polícia Federal e do INSS sobre a falcatrua realizada com o aval do Exmo. Senhor Governador SIQUEIRA CAMPOS que é o responsável enquanto governador, pelos bens e patrimônio do Estado. Os servidores aposentados não tem do que se queixar, pois eles podem ficar sem salários ou benefícios, mas terão um ótimo local para comer um bom churrasco: “CHURRASCARIA PORCÃO DO GOVERNO DO ESTADO DO TOCANTINS”. É uma lástima.
É UMA VERGONHA ESSE GOVERNO, DESVIAR DINHEIRO DO IGPREVE PARA INVESTIR EM CHURRASCARIA. E A JUSTIÇA NÃO FAZ NADA. O POVO NÃO AGUENTA MAIS. NO DIA 05 DE OUTUBRO DE 2014 ESSE GOVERNO VAI SAIR DO PODER
Para vc ver…nosso pais esta cada dia pior…roubar o dinheiro de pessoas q trabalham a vida toda, para na sua velhice ter um pouco de dignidade…e estes que recebem pagamento para selar pelo nosso tesouro, são primeiros a quererem dilapida-los…que vergonha…mas eles nem sabe o que esta palavra significa…
ese F d P TEM GENTE Q VOTA NELE AINDA……….BEM FEITO
Bom dia!!!
É uma vergonha o que acontece, mais uma vez estamos lendo sobre corrupção e desvio de dinheiro público, quando é que as autoridades judiciais irão tomar as providencias que tanto o povo clama?
Cadeia para esses bandos de salteadores do dinheiro público, é uma vergonha, precisamos nos lembrar ano que vêm e não votar nesses salteadores… Enquanto trabalhamos e lutamos para ter um a aposentadoria esses salteadores investem em churrascaria para ricos, se deliciando com dinheiro dos trabalhadores…
quem invejou quem ? foi o siqueirido que invejou o rocha ou foi o rocha que invejou o siqueirido .
Espera aí! Currascaria e Previdência? Que relação existe entre as duas? Vou lhes dizer: Churrascaria, carne de bicho morto assada; Previdência , direito de trabalhador aposentado ultrapassado.
É mas todo mês o governo se é que isso que está ai pode ser chamado de governo, desconta pontualmente de meus vencimentos um valor absurdo de IGEPREV, agora sei para onde está indo esse dinheiro, algo tem que ser feito e logo, antes que esses corruptos quebrem o Tocantins.
É e meu dinheiro indo todo mês pra essa palhaçada ai…. investiguem q aí tem mais coisas…