terça-feira, 25 de agosto de 2026
Café Biquito
Active Gym Fitness

IMPERATRIZ: Tribunal de Justiça libera reabertura da CPI da Saúde

1 min de leitura
Secretária de Saúde, Mariana Jales

Nesta terça, 30, na Câmara Municipal de Imperatriz, foi lida correspondência do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) informando a decisão de suspender o efeito da liminar do Dr. Joaquim da Silva Filho, e o afasta da causa, em função da falta de imparcialidade, baseado em relacionamento público e notório da atual secretária de saúde Mariana Jales com o filho do magistrado.

O desembargador Cleones Carvalho Cunha votou pela suspensão do processo e adotou como relatório o parecer que derruba a exceção de impedimento arguida pelo município de imperatriz a câmara de vereadores em desfavor do Joaquim da Silva Filho, Juiz de direito da fazenda pública de imperatriz na condução do mandado de segurança 08008825/2019. Anulando todos os dados decisórios.

A Câmara Municipal havia impetrado instalação de comissão especial de inquérito com o objetivo de apurar irregularidades realizadas na secretaria municipal de saúde de Imperatriz através da empresa Catho Gerenciamento Técnico de Obras e Serviços, onde está não respeitava os devidos processos legais.

A decisão do TJ afirma que o objeto deflagrado pela CPI observa os requisitos constitucionais determinados e apresenta várias provas que ligam o magistrado com vínculos familiares a atual secretária de saúde, o que evidencia o interesse de causa por parte do juiz e comprometem a imparcialidade de suas decisões. Suspendem suas ações, pois apontam relação entre o julgador e o objeto do processo, o que prejudica o julgamento.

O tribunal remeterá os autos aos réus legais, podendo os mesmos recorrerem da decisão ou acatar a suspeição. (Sidney Rodrigues/Foto: Fábio Barbosa)

Inscrever-se
Notificar de
guest
0 Comentários
mais recentes
mais antigos Mais votado
História anterior

No Pará, criança de 1 ano vence a Covid-19 no Hospital Regional Público da Transamazônica

Próxima história

IMPERATRIZ: Secretários de Trânsito e de Educação podem ser convocados a prestarem explicações