O governador do Tocantins, Wanderlei Barbosa, levou ao cenário internacional as experiências e estratégias adotadas pelo estado nas áreas de energia renovável, sustentabilidade e desenvolvimento econômico. Nesta terça-feira (2), durante o 14º Fórum de Lisboa, realizado na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, em Portugal, o chefe do Executivo participou do painel que discutiu o papel da energia como ativo estratégico para a economia verde e digital, apresentando iniciativas que buscam fortalecer a competitividade do Tocantins sem abrir mão da preservação ambiental.
Ao lado de representantes do setor energético e especialistas da área, Wanderlei Barbosa destacou que o estado tem investido em incentivos fiscais, ampliação da infraestrutura e estímulo à geração de energia limpa, especialmente por meio da expansão da energia solar. Durante a exposição, o governador ressaltou que o Tocantins produz mais energia do que consome e possui uma matriz fortemente baseada em fontes renováveis, além de projetos voltados à implantação de novos parques fotovoltaicos e à modernização da gestão pública com foco em eficiência energética.
O governador também apresentou a Estratégia Tocantins Competitivo e Sustentável (Estocs), plano de longo prazo que orienta investimentos em infraestrutura, meio ambiente e desenvolvimento social. Segundo ele, a proposta busca consolidar um modelo de crescimento econômico de baixas emissões, conciliando geração de emprego, inovação tecnológica e responsabilidade ambiental. Wanderlei Barbosa ainda destacou ações de monitoramento ambiental, combate às queimadas e fortalecimento dos órgãos de fiscalização como parte das medidas adotadas pelo estado.
Realizado entre os dias 1º e 3 de junho, o Fórum de Lisboa reúne autoridades, pesquisadores e especialistas do Brasil e da Europa para debater os impactos das transformações tecnológicas, econômicas e sociais no mundo contemporâneo. A participação do Tocantins no evento amplia a visibilidade do estado em discussões internacionais sobre energia, sustentabilidade e desenvolvimento, áreas consideradas estratégicas para os próximos anos.





