Os funcionários do setor de entrega dos Correios estão com atividades paralisadas em Tocantinópolis desde a manhã desta terça-feira, 18. O presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Empresa de Correios e Telégrafos no Tocantins (SINTEC-TO), José Aparecido Rufino, informou que os trabalhadores do setor não têm condições de trabalho. “Falta pelo menos mais um carteiro e um veículo para as entregas maiores”, informou Rufino.
De acordo com o presidente do SINTEC, a paralisação é por tempo indeterminado. “Os funcionários vão permanecer de braços cruzados até que a empresa providencie as condições mínimas de trabalho”, informou Rufino.
O SINTEC argumenta também que a necessidade da contratação de mais funcionários foi constatada ainda em 2008. “A diretoria dos Correios prometeu reforçar a equipe nesta quarta-feira para colocar o serviço em dia. Caso isso não aconteça os funcionários vão continuar com os serviços paralisados até que a situação seja resolvida”, informou o presidente do Sindicato. (T1 Notícias)



Os incompetentes e paus-mandados que estão no poder continuam prestando o desserviço aos Correios do Tocantins, fazendo os funcionários comuns (aqueles que não são apaniguados políticos) passarem maus bocados diariamente. Este, sem sombra de dúvidas, é o resultado da maior ingerência política já vista em uma empresa pública no Estado do Tocantins. O pior, é saber que as instituições públicas nada fazem e quando fingem que estão fazendo, propositalmente agem para engavetar as denúncias. Correios é uma empresa nobre, provida de recursos suficientes para prestar um bom serviço, Mas a máfia incrustrada no poder, inclusive aquela vertente privatizante, age propositalmente dentro da Empresa para que os trabalhadores e clientes tenham as maiores dificuldade possíveis ! O pior é que esses mafiosos ainda recebem um generoso salário para favorecer interesses particulares dentro da empresa. Ei , MPF, tem alguém sério aí ? Porque nos Correios quem é sério está manietado e/ou ameaçado pela máfia que controla a empresa no Estado.