A Polícia Civil, por intermédio da Diretoria de Polícia do Interior (DPI), intensificou, nesta quinta-feira, 28, as buscas aos sequestradores de uma criança de cinco anos que foi raptada em Imperatriz. Segundo informações do diretor de polícia do interior, delegado José Rerisson Macedo as buscas são comandadas pelo delegado da 1ª DP de Araguatins, Wlademir Costa Oliveira e se concentram em meio a uma propriedade rural em um local de mata fechada onde um vaqueiro da região teria avistado a criança sequestrada em poder dos dois sequestradores.
De imediato, o vaqueiro reconheceu a criança como sendo a mesma que havia sido sequestrada em Imperatriz e passou a descrição dos suspeitos aos policiais tocantinenses e maranhenses que encontram-se no local que fica na zona rural nas proximidades do município de Sítio Novo.
O diretor de Polícia do Interior, José Rerisson, juntamente com o delegado chefe, José Eliú, estão em contato permanente com a delegada-chefe da Polícia Civil do Maranhão, Maria Cristina Rezende, a qual conseguiu junto a Secretaria da Segurança Pública do Maranhão a liberação de um helicóptero para auxiliar nas buscas, sendo que o mesmo já se encontra no local cumprindo essa tarefa.
Os policiais civis e militares tanto do Tocantins quanto do Maranhão estão otimistas e acreditam que podem chegar a um desfecho favorável nas próximas horas. Todas as precauções estão sendo tomadas visando preservar a integridade física e psicológica da vítima, até mesmo pelo fato de que acredita-se tratar de sequestradores inexperientes.
A maioria dos policias tocantinenses que integram a operação possuem grande experiência em operações em mata e esse fator tem contribuído extremamente na realização das buscas.



deus ajude essa família a reencontrar a felicidade novamente,que esse pequeno apareça,é só uma criança inocente,é muita dor para todos.estarei torcendo pelo reencontro com esse anjinho,eu sou mãe,é um amor lindo,incondicional que sentimos pelos nossos filhos. é muito triste tudo isso!!! amém.
Esperamos que a Polícia dos dois Estados envolvidos cheguem a um desfeche feliz para a família do garoto e para a sociedade de Sítio Novo, que acompanha o caso com certa perplexidade.
A inteligencia tem que ser o principal instrumento para este caso e para as nuanças que correm nas rodas de conversas na Cidade e Região. A questão de fundo, são as motivações que levam crimes desta natureza ocorrerem sempre em períodos pré-eleitorais.
A história do município de Sítio Novo tem sido marcada, sempre nestas épocas, por episódios que envolvem assaltos a bancos, trabalhadores rurais com recursos do PRONAF, postos de gasolina, postos dos correios e até a residencias.
Essas nuanças sucitam dúvidas e precisam de investigações mais acuradas.
A politicagem e a corrupção são parceiras da criminalidade, sempre caminhando juntas.
A região onde um trabalhador rural avistou os criminosos fica muito próximo da Cidade de Sítio Novo, próximo a área de cobertura da torre da OI. Mais dois quilometros, chega a uma área de mais ou menos 40 alqueires de matas, que cobrem a Serra do Pequizão. Há na Cidade muitos “mateiros” que conhecem muito bem a Serra e que podiam auxiliar os policiais nas buscas.
Isso ao que parece não foi cogitado, mais seria importante, principalmente para acelerar o processo de buscas, pela saúde da criança e pela própria vida.