Café Biquito
terça-feira, 22 de setembro de 2026
Café Biquito
Active Gym Fitness

SINDJOR põe em cheque palavra de Eduardo Siqueira

21 de março de 2013

Dirigentes do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Tocantins (SINDJOR) foram surpreendidos com a republicação, segunda-feira, 18, da Medida Provisória (MP) nº 001/2013, a mesma que extinguiu o cargo de Assessor de Comunicação na estrutura do governo. Isso ocorre mesmo depois do secretário de Relações Institucionais Eduardo Siqueira Campos ter afirmado, categoricamente, em entrevista à imprensa e nas redes sociais, que nada mudaria, e que a situação seria revertida. Não foi o que aconteceu.

Agora, os jornalistas questionam se a palavra do secretário tem o peso que se espera de quem realmente decide, ou se quem está dando as cartas no governo, nesse caso específico, é o secretário da Administração Lúcio Mascarenhas, responsável pela republicação da MP, e que nunca escondeu o desprezo que tem pela categoria, especialmente pelos assessores de imprensa.

Diante da afirmação do secretário Eduardo na época, o SINDJOR chegou a encaminhar ofício aos dirigentes da comunicação do governo e ao próprio governador Siqueira Campos, solicitando a inclusão dos cargos na republicação da Medida Provisória 001/2013, e que os mesmos fossem providos exclusivamente por profissionais graduados em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo. No mesmo documento, o SINDJOR faz referência à importância da afirmação do secretário estadual de Relações Institucionais, Eduardo Siqueira Campos, que em entrevista à imprensa declarou que o cargo de Assessor de Comunicação seria mantido.

Após a declaração do secretário Eduardo, o Sindicato, por várias vezes, procurou o secretário de Comunicação do governo, Arrhenius Naves, e o presidente da Agência de Notícias (ATN), Cristiano Machado, para reafirmar a promessa de Eduardo de que os cargos seriam mantidos. Tudo em vão.

“O saldo de tudo isso é um total de 20 ou mais jornalistas profissionais desempregados, fora da folha de pagamento deste mês, a espera de uma decisão que se arrasta, causando grande desgaste à imagem do governo diante de mais uma promessa que não foi cumprida. Como se isso não bastasse, os jornalistas aprovados no concurso do quadro geral ainda não foram nomeados e não há previsão para isso”, observa o presidente do SINDJOR Júnior Veras. (Socorro Loureiro)

Inscrever-se
Notificar de
guest
0 Comentários
mais recentes
mais antigos Mais votado
História anterior

Polícia consegue evitar entrega de celular a preso em Davinópolis

Próxima história

Grupo de indígenas invade canteiro de obras de Belo Monte