O secretário da Fazenda, Marcelo Olimpio, voltou a comentar, nesta segunda-feira, 8, sobre a determinação de redução da folha de pagamento do Tocantins. Segundo ele cada secretário tem até o início de agosto para fazer as adequações necessárias e reduzir gastos. “Exonerações não estão descartadas. Poderá haver também reajustes salariais.”
As medidas são para readequar o Estado, que ultrapassou o limite legal da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) de 49% com folha de pagamento no 1º quadrimestre (janeiro a abril) deste ano para 49,5%. Caso essa porcentagem seja mantida o Estado corre o risco de sofrer punições como ficar impedido de fazer nomeações e contratações por um quadrimestre, para que retorne ao limite.
Com a determinação, o Estado tem que reduzir em 15% os gastos com despesa de pessoal. Com isso as nomeações ficam suspensas e há a possibilidade de extinguir cargos, rescindir contratos e exonerar comissionados. “Não podemos esperar que os contratos acabem. Vamos ter que readequar até agosto”, frisou Olímpio.



É uma vergonha isso o que o governo está fazendo, desrespeitam leis. E quem sempre paga o pato são os aprovados no quadro geral, por que será?! Será que é por que eles não precisaram de políticos para conseguir o direito a uma vaga no Estado??? Sempre colocam os comissionados com prioridade e os contratos apesar valerem por um ano são intermináveis, e os orgãos fiscalizadores, cadê o MPE, DP e o TJ ??? Estão todos cegos ???
Mais respeito com os contratados e verme é vc seu vagabundo.
Tem que exonerar é 100% desses vermes contratados, e convocar os concursados, a finalidade do concurso não foi para substituir os contratos? As vagas não existe? E que putaria da porra é essa não exonerar esses contratos, isso é esculhambção que eu nunca vi em lugar nenhum 14.000 mil comissionados e 2.600 concursados esperando para ser nomeados isso é revoltante. Exonerem todos já seus malandros, vocês estão fazendo uma cagada atrás da outra, acham que vão ganhar política com as besteiras que estão fazendo. Desistam o povo não aguenta mais.