Começou nesta quinta-feira, 23 e segue até domingo, 26, a 10ª edição da Festa do Peixe. O evento se consagrou como uma das maiores festa da região do Bico do Papagaio, referência para turistas, amantes da pesca e da culinária. O festival será realizado na Praça do Peixe, localizada na Av. Imperatriz, no centro da cidade, as margens do Rio Tocantins.
O evento tem a organização da Colônia de Pescadores Z11 e Associação dos Barraqueiros.
Dentro da programação de quatro dias estão apresentações culturais, danças, músicas, atividades esportivas, cavalgadas, show artísticos, feira gastronômica, entre outras atrações.
Confira a programação completa
23/05 – quinta-feira
Noite cultura com apresentações teatrais, danças, músicas, literatura de cordel e shows regionais
24/05 – sexta-feira
Feira do Pescador; ciclismo; canoagem; corrida e show baile com a Banda Impactu’s e Banda The Fevers
25/05 – sábado
Feira do Pescador; jogo de futebol; manobras radicais com os participantes do 3º Enduro do Peixe, Show baile com Bruno Sampaio e Josué e Cavaleiros do Forró
26/05 – domingo
Feira do Pescador; festival gastronômico; desfile da garota Peixe; 3º Enduro de Peixe; 3ª Cavalgada, premiações e show baile com Ray Douglas e Banda DR7.



EU QUERIA UMA INTRODUCAO SOBRE A FESTA DO PEIXA
mais lá tem peixe ou é só farra porque eu vou lá em cuidado tem piranha? ou não daquela rabuda vou lá em.
“FESTA DO PEIXE” eu não conheço essa história, mais essa família ai eu me lembro, inclusive uns de seus integrantes mudaram para Araguatins..rsrsrsr
Prefeito Edivaldo vc estar de parabéns, por estar organização desta grandiosa festa abertura foi muito lindo pricipalmente na organizações dos fogos, espero que as quatro noite seja sempre assim, e boa sorte na sua administração.
“A VERDADEIRA HISTÓRIA DA FESTA DO PEIXE”
Um grupo de amigos aventureiros, resolveram descer o rio em suas embarcações para sair um pouco da estressada rotina de trabalho. Depois de algumas horas sobre as águas, um dos amigos ao observar a beleza existente às margens do rio, notou uma figura estranha que estava sentada sobre um grande pedaço de madeira, era uma das mulheres da tribo, a índia Dilupacã e esposa do já cacique ArnaldopathÔ, que naquele momento tratava os peixes com sua rústica faca feita de pedra com os seus três filhos índios: FabrípathÔ, Fabiopacã e Fabipanã. Os peixes seriam para um ritual religioso em adoração aos deuses da pesca e para homenagear o já falecido cacique PATOCÃ, que tivera o seu nome adicionado à tribo, tribo de São Sebastião.
A índia DILUPACÃ ao ver aquelas pessoas no meio do rio sobre estranhas e barulhentas coisas, assustada, correu em desespero com os seus curumis para o interior de sua oca e alertou os outros da tribo. No mesmo momento o índio ArnaldopathÔ pegou sua flecha e seu tacape e correu em direção ao rio para amedrontar os invasores. Os amigos por sua vez, acharam genial aquela descoberta histórica e não se amedrontaram-se com as insinuações de ataque do cacique da tribo, resolveram então fazer contato com eles. De início a relação foi complicada, para facilitar a aproximação um dos amigos resolve presentear o cacique com objetos e lhe deu uma lanterna, o cacique ficou bastante impressionado com a luz que saia daquela coisa, e como forma de gratidão convidou os cupens ”brancos” para participarem da festa que iria acontecer naquela noite. Os desbravadores amigos acharam muito interessante aquela festividade em adoração ao deus do peixe, observaram que toda tribo dançava ao redor da fogueira, até os índios pequenos filhos da índia Dilupacã. Dai por diante uma nova amizade entre povos iniciava-se.
No ano seguinte o mesmo grupo de amigos resolveu a voltar àquela festa e com eles iria um grupo maior de pessoas, só que dessa vez eles resolveram inovar e levaram um sanfoneiro para animar ainda mais o evento. A noticia da festividade rapidamente espalhou-se por todas as cidades daquela região, milhares de pessoas ficaram curiosas em saber sobre aquela tribo, seus costumes e suas crenças.
Os anos passavam e aumentava de forma desordenada o numero de visitantes naquele lugar, o rio já não suportava o tumulto causado pelas embarcações, daí então a solução: fazer uma estrada que abrisse acesso até a tribo. A criação da estrada somou de forma positiva para povo daquela tribo, aquela pequena tribo já não era mais um povo perdido no meio do mato e aquela simbólica festa já tinha conseguido seu reconhecimento regional. Não podemos deixar de explanar a grande importância que esse processo possibilitou aquele povo no aspecto educativo, a partir daí os jovens índios tiveram a oportunidade de se inserir ao povo civilizado, podendo assim dar inicio a uma educação formal.
Parabens a todos de São Sebastião por esta bela festa que se tornou um evento marcante em toda a nossa região, vemos algumas festas populares que se tornoram tradição essa aí, a de Esperantina e a de Carrasco Bonito e as outras cidades que tem alguma festa tradicional vamos divulgar para irmos conhecer tambem.