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Salame fará segunda viagem internacional para tentar resolver problema do lixo em Marabá

20 de janeiro de 2014

O prefeito João Salame Neto, de Marabá, embarca para a Europa no próximo dia 25, para conhecer mais um projeto de processamento de resíduos sólidos (lixo) para tentar implantar a tecnologia em Marabá. O gestor municipal pediu e recebeu autorização da Câmara Municipal esta semana para a viagem que começa pela Itália. Ele vai permanecer neste país até o dia 31 de janeiro com a finalidade de conhecer tecnologia de processamento de resíduos sólidos e avaliar a possibilidade de importar as experiências italianas para Marabá.

De lá, o prefeito parte para Alemanha, onde deverá tratar assuntos pessoais até o dia 10 de fevereiro.

Esta é a segunda viagem internacional de João Salame para conhecer projeto de processamento de resíduos sólidos, além de viagens a outras cidades brasileiras que realizam experiências exitosas com a coleta, destinação e processamento do lixo, como Paulínia, em São Paulo. Depois que foi diplomado como prefeito, ainda em 2012, Salame foi a Columbus, no estado americano de Ohio, para conhecer o projeto pioneiro daquele estado com resíduos sólidos.

João Salame já sabia o que lhe aguardava no cargo em relação ao lixo e tratou de visitar outras cidades que estão à frente de Marabá neste quesito.

Quando recebeu a Prefeitura de seu antecessor Maurino Magalhães, o município havia terceirizado o serviço de coleta de lixo através de um contrato nebuloso com a Leão Ambiental, empresa paulista que já foi alvo de várias denúncias de irregularidades em São Paulo.

O contrato de quatro anos expirou em abril do ano passado e Salame viu-se obrigado a manter a empresa à frente do serviço por mais um ano. Em abril próximo, esse aditivo termina e o secretário municipal de Obras, Antônio de Pádua, já avisou que pretende abrir nova licitação e dividir o município em quatro lotes, cada um para uma empresa diferente. Mesmo que consiga resolver esse problema, Salame ainda terá de elaborar e colocar em prática um outro plano para resolver o problema do aterro sanitário, que tem vida útil perto do fim.

A viagem do prefeito não terá ônus (despesa) para o município, segundo informou o Gabinete do Prefeito em ofício enviado à Câmara. (Paulo Costa)

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