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quarta-feira, maio 20, 2026
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Reunião entre DNIT, Irajá, Aquiles e Roni avança solução para liberação de balsas na travessia do Rio Araguaia entre Araguatins-TO e Palestina-PA

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O diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, Fabrício de Oliveira Galvão, informou nesta quarta-feira (20), durante reunião com o senador Irajá Abreu e os prefeitos de Araguatins e Augustinópolis, Aquiles da Areia e Roni Teodoro, respectivamente, que solicitou à Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ) a liberação imediata da travessia por balsas no Rio Araguaia, entre Araguatins-TO e Palestina-PA. A medida busca minimizar os impactos causados pela interdição total da ponte na rodovia Transamazônica (BR-230), umas das principais ligações rodoviárisa entre o Bico do Papagaio e a região de Carajás.

Segundo o DNIT, a operação emergencial deve começar inicialmente com cobrança aos usuários, até a conclusão do processo de contratação pública para implantação do serviço gratuito. O órgão federal informou que já abriu chamamento público para definir a empresa responsável pela travessia. A expectativa é acelerar a retomada do fluxo de pessoas, veículos e mercadorias, reduzindo os transtornos enfrentados pela população desde o bloqueio da ponte sobre o Rio Araguaia.

A paralisação da travessia vem gerando forte pressão de moradores e empresários da região, principalmente após as balsas permanecerem por mais de 20 dias paradas às margens do rio sem autorização oficial para operar. Sem alternativa regular, parte da população passou a utilizar pequenas embarcações para cruzar entre Tocantins e Pará, situação que aumentou preocupações relacionadas à segurança, mobilidade e acesso a serviços essenciais, incluindo saúde, educação e abastecimento comercial.

A ponte foi interditada após avaliações técnicas identificarem elevado comprometimento estrutural na travessia da Ponte Transaraguaia. Desde então, moradores de Araguatins, Palestina do Pará e municípios vizinhos cobram medidas emergenciais para reduzir os impactos econômicos e sociais provocados pela interrupção da principal rota de integração entre os dois estados naquela região da Transamazônica.

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