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Projeto Cidades Verdes será lançado em 25 municípios

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25 de maio de 2012

Combater as mudanças climáticas, promovendo sequestro de CO2 da atmosfera e consequentemente diminuir a intensificação do efeito estufa. Estes sãos os objetivos do projeto Cidades Verdes, criado pela Secretaria das Cidades, que entrará em execução no próximo mês e distribuirá mudas para que os municípios façam o reflorestamento de áreas degradas, principalmente dentro das Áreas de Preservação Permanente (APP’s).

A informação foi dada pelo secretário das Cidades e Desenvolvimento Urbano, Sandoval Cardoso, na manhã desta quinta-feira, 24. “O Cidades Verdes vem com o intuito de proporcionar o reflorestamento dentro dos municípios, através do plantio de mudas de árvores nativas da região e, neste primeiro momento, faremos na região do Bico do Papagaio”, afirmou o secretário, acrescentando que “a preocupação com a preservação ambiental é uma questão mundial e estamos dando a nossa contribuição reflorestando as áreas degradadas dentro das APPs”, destacou.

Cerca de 90 mil mudas que compreendem a primeira fase do projeto serão entregues aos municípios. A utilização da vegetação prioritariamente nativa de árvores e arbustos e flores do cerrado a serem plantados com equilíbrio, porém com variação de espécies para calçadas, gramas, arbustos e flores nas praças, canteiros das vias e áreas verdes, aproveitando as plantas já existentes e mantidas nas áreas, atendendo uma expectativa cultural regional e geográfica que ao mesmo tempo venha favorecer a permeabilidade, ornamentação (beleza) fácil manutenção (necessidade de pouca água), menores serviços de limpeza, e que não prejudique as obras físicas e de estrutura e atenue os conflitos da disputa de espaços entre as redes aéreas e subterrâneas dos serviços públicos.

Ao todo 25 municípios do Bico do Papagaio serão contemplados: Aguiarnópolis, Ananás, Angico, Araguatins, Augustinópolis, Buriti do Tocantins, Cachoeirinha, Carrasco Bonito, Darcinópolis, Esperantina, Itaguatins, Luzinópolis, Maurilândia do Tocantins, Palmeiras do Tocantins, Praia Norte, Santa Terezinha do Tocantins, São Bento do Tocantins, São Miguel do Tocantins, São Sebastião do Tocantins, Tocantinópolis, Axixá do Tocantins, Nazaré, Riachinho, Sítio Novo do Tocantins e Sampaio.

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Francinaldo Matos
Francinaldo Matos
14 anos atrás

Parabenizo o governo do Tocantins pelo projeto. Infelizmente parece ainda ser muito pouco para reter um processo de degradação das florestas secudárias e de outros recursos naturais da região. No município de Axixá (minha cidade Natal) é notório e preocupante a descasso dos pequenos, médios e grandes propritários quanto a conservação dos recursos naturais, salvos os casos em que o retorno econômico imediato originados destes recursos sensibilizam seus proprietários. Mas é entristecedor ver a agonia de alguns igarapés, nescentes, espécies da fauna e flora (como os babaçuais).

Organizações comunitárias, ONG,s, prefeituras e ….. devem via ação coletiva desenvolverem ações que busquem sensibilizar a sociedade local a pensarem ações estratégias que visem aliar a produção agropecuária com a conservação das bases de recursos naturais.

Este projeto assume papel relevante, principalmente com suas ações somadas as já realizadas, podendo fomentar diversas outras ações e contribuir para conservação dos recursos naturais e de melhoria da qualidade de vida.

Lenilson Santos da Silva
Lenilson Santos da Silva
14 anos atrás

O projeto é brilhante. Agora não adianta pensar que tudo é bonito, porque os fiscais do IBAMA, Naturatins e outras ONG’s precisam fiscalizar, pra evitar o desmatamento.

Em Cachoeirinha, o que mais são afetadas são as margens do rio, que são desmatadas sem limites. Portanto, a necessidade não é só reflorestar, o importante é que as espécies nativas que nasceram sem a ajuda do homem sejam preservadas em seu habitat natural.

Muitas das vezes fico pensando, o ser humano é tão imcompreensível, que prefere manter as “matas” por entre as ruas da cidade, pra sufocar, desmatando e poluindo o único córrego que dá origem à lindas cachoeiras de beleza única.

Portanto, o papel dos cidadãos, mais que nunca é, primeiramente cuidar do pouco que tem. Caso contrário qualquer projeto de reflorestamento não funcionará, e mais recursos públicos serão desperdiçados.

As ONG’s juntamente com as Prefeituras Municipais, têm o papel fundamental neste processo, fiscalizando e conscientizando sobre a importância dos recursos naturais, que tanto contribue para uma vida saudável, para o povo.

Parabéns às cidades envolvidas nos projetos. Que o mesmo possa viabilizar a transformação do modo de viver e de pensar da sociedade.

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