Como fazer a rede de proteção trabalhar de forma mais integrada? Essa foi a pauta da 1ª Conferência Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, realizada na última semana em Esperantina, no Bico do Papagaio. Com o tema “Fortalecendo o Sistema de Garantia de Direitos da Criança e do Adolescente e a Democracia Participativa”, o encontro abriu espaço para discutir como a comunidade pode contribuir com as políticas públicas voltadas à infância e à adolescência.
A programação contou com a presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), Francisca Paloma Araújo de Oliveira Silva, e com palestra do professor e mestre Valteir Silva, assistente social concursado da Prefeitura de Imperatriz, no Maranhão.

Conferências municipais permitem que a comunidade aponte dificuldades no acesso aos serviços e proponha prioridades para a gestão pública. Na prática, esse diálogo ajuda escolas, unidades de saúde, equipes da assistência social e Conselho Tutelar a identificar onde o atendimento precisa melhorar e como agir em conjunto diante de situações de violência ou de outras violações de direitos. Em Esperantina, o debate ocorre após a publicação da Lei Municipal nº 376/2026, que dispõe sobre a política de atendimento aos direitos da criança e do adolescente.
“Quando uma família precisa de ajuda, ela deve saber a quem recorrer e encontrar serviços preparados para trabalhar juntos. A conferência é uma oportunidade de ouvir a comunidade, entender onde o atendimento pode melhorar e definir prioridades para proteger as crianças e os adolescentes de Esperantina”, salientou a prefeita Tota do Francimar durante o evento.



