terça-feira, 25 de agosto de 2026
Café Biquito
Active Gym Fitness

Coligação de Carlesse acusa Vicentinho de tentar travar pagamento de servidores e operações na Saúde

1 min de leitura

A Coligação Governo de Atitude, do governador interino e candidato a governador na Eleição Suplementar, Mauro Carlesse (PHS), atribuiu ao candidato Vicentinho Alves (PR), da Coligação A Vez dos Tocantinense, a ação da Polícia Federal, que cumpriu mandados de buscas e apreensão, na manhã desta segunda-feira, 28, em Secretaria de Estado, para averiguar suposta liberação irregular de emendas. A denúncia foi feita pela coligação do candidato Vicentinho Alves.

Com a palavra a Coligação Governo de Atitude:

As velhas práticas políticas do grupo do candidato Vicentinho Alves, que é apoiado pelo ex-governador cassado Marcelo Miranda, vem à tona nesta reta final da campanha desta eleição suplementar de 3 de junho.

Utilizando-se da credibilidade da Polícia Federal, Vicentinho cria factoide e movimenta homens e veículos da PF para, na verdade, travar a Secretaria da Fazenda, pasta que controla a movimentação financeira do Governo e viabiliza o pagamento dos servidores públicos e fornecedores do Estado. Ou seja, a pasta que disponibiliza as condições para as demais ajudarem o Estado manter-se em funcionamento.

O governador interino e candidato a governador Mauro Carlesse, anunciou em entrevista na TV Anhanguera, no último sábado, 26, que irá pagar o salário dos servidores públicos no próximo dia 1º de junho. E junto com o pagamento, o Governador também já anunciou que a primeira parcela da negociação da data-base 2017 e 2018, também será paga junto ao salário de maio. A denúncia de Vicentinho que levou a Polícia Federal para dentro da Secretaria da Fazenda, pode interferir e atrapalhar os planos dos servidores públicos, de receberem seus salários no próximo dia 1º.

Outra ação importante do governo Mauro Carlesse é o Opera Tocantins que teve início há cerca de 10 dias e já realiza cirurgias eletivas nos hospitais públicos. Carlesse viabilizou o pagamento de médicos e fornecedores visando a realização do mutirão de cirurgias. No entanto, o Estado possui mais 1,3 bilhão em dívidas e a intenção de Vicentinho é engessar o Governo e paralisar o Opera Tocantins, pois sem pagamentos, as cirurgias podem parar.

Inscrever-se
Notificar de
guest
0 Comentários
mais recentes
mais antigos Mais votado
História anterior

Em Pium, Kátia Abreu diz que vai governar com sentimento de urgência

Próxima história

Polícia Federal investiga liberação de emendas irregulares pelo Governo do TO