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Centenas de quilos de carne estragadas são aprendidos em Itupiranga-PA

20 de fevereiro de 2014
Carne acondicionada de maneira inadequada e exposta à contaminação
Carne acondicionada de maneira inadequada e exposta à contaminação
Carne acondicionada de maneira inadequada e exposta à contaminação

Diversas irregularidades foram detectadas durante inspeção sanitária de ficais de saúde a açougues, matadouros, supermercados e frigoríficos de Iupiranga, sudeste do Pará. De acordo com relatório divulgado nesta quarta-feira (19) pelo Ministério Público do Estado, foram apreendidos diversos laticínios e mais de 300 quilos de carne inadequadas ao consumo humano.

A ação ocorreu por intermédio do promotor de Justiça Arlindo Jorge Cabral Junior, em conjunto com os fiscais de saúde municipais de Itupiranga e apoio da Polícia Militar (PM). Diversos freezers e equipamentos de tratamento de carne impróprios à utilização e o próprio caminhão que faz a entrega da carne também foram confiscados.

“O cerne da operação se deu, em especial, na feira municipal, aonde se realizou a maior apreensão de carne imprópria ao consumo humano, além de se alongar nos maiores supermercados da região”, afirmou o promotor Arlindo Cabral.

Ele ressalta ainda que “tendo em vista a total irregularidade do caminhão de entrega de carnes no município, este foi apreendido e colocado num pátio da Prefeitura Municipal, até que o proprietário regularize a documentação e mesmo a refrigeração e higiene do caminhão em apreço”.

Caminhão usado para transportar carne em estado precário
Caminhão usado para transportar carne em estado precário

A operação se fez necessária após denúncias de algumas pessoas que relataram o comércio de carne imprópria ao consumo na cidade de Itupiranga. Foi fechado ainda um galpão do Supermercado Guerra, que não oferecia condições regulares para acondicionamento de alimentos.

De acordo com o promotor de Itupiranga “não foram precedidas multas administrativas devido a, inicialmente, se dar um trabalho pedagógico e de orientação para que os feirantes e empresários se conscientizem da necessidade de se adequar aos padrões de higiene mínimos afeitos a tal tipo de comércio”.

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