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BURITI: Prefeita Lucilene não quer pagar piso nacional para professores que vão acionar Justiça

4 de março de 2022

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado do Tocantins (Sintet), Regional de Augustinópolis, Jules Rimet e a direção do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais da Educação de Buriti do Tocantins (Sintetb) estiveram reunidos na quinta-feira, 03 de março, com a gestão financeira do município de Buriti do Tocantins, onde os sindicatos cobraram o reajuste do piso do magistério de 33,24%.

Conforme informou Jules Rimet, a Prefeitura, através da equipe financeira, disse que não tem condições de pagar o índice de 33,24% de reajuste do piso. E apresentou uma proposta de 12% de reajuste aos professores/as, sendo que não deu previsão sobre quando concederia o restante do índice (21,24%).

Após a reunião com a gestão, os sindicatos se reuniram conjuntamente com a categoria na Escola Estadual Buriti, onde apresentaram a proposta da Prefeitura que foi rejeitada por unanimidade. 

“Os professores da rede municipal de ensino não abrem mão do reajuste de 33,24%, com o índice que foi publicado pela portaria do MEC. O piso da categoria para 2022 é de R $3.845,63, e nós vamos lutar pela sua garantia, seja via de negociação ou judicial”, disse Jules Rimet.

O Piso Salarial Profissional Nacional (PSPN) é o valor mínimo que deve ser pago aos professores do magistério público da educação básica. A Lei 11.738 de 2008, que institui o piso, estabelece que o reajuste deve ser concedido a cada ano, em janeiro. (Nubia Martins)

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