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Agora não escapa. Siqueira vai depor na CPMI do Cachoeira

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10 de julho de 2012

Ameaçado de ser convocado para depor no inicio da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI), o governador Siqueira Campos inventou uma viagem fajuta para a Espanha, mas parece que não adiantou muito, pois se o povo tem memória curta, o líder do PPS na Câmara, deputado federal Rubens Bueno (PR), não tem e quer convocar o governador Siqueira Campos (PSDB) para depor na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Cachoeira.

Conforme o jornal Folha de S.Paulo desse domingo, 8, foi dos cofres do comitê do partido que saíram 98% dos recursos de sua campanha.

De R$ 10,5 milhões de receita declarada à Justiça Eleitoral, R$ 4,3 milhões (41%) foram doados por citados na investigação da Polícia Federal na Operação Monte Carlo.

Ainda de acordo com a Folha, os dados indicam que a influência de Cachoeira no Tocantins não se limitava ao petista Raul Filho, prefeito de Palmas, flagrado negociando o apoio do empresário.

A Folha lembrou que o maior doador de todo o PSDB tocantinense foi o empresário Rossine Aires Guimarães, com R$ 3 milhões. Sua convocação pela CPI do Cachoeira já foi aprovada.

Outros requerimentos

Dois requerimentos do deputado federal Leonardo Picciani (PMDB-RJ), protocolados no final de maio, tmabém pedem a convocação do governador Siqueira Campos e do secretário de Relações Institucionais, Eduardo Siqueira Campos.

Em justificativa, Picciani afirma que o relatório da Polícia Federal teria revelado que o contraventor se aproximou do governo do Tocantins com a intenção de fechar contratos entre o Estado e a Delta Construções. Além disso, o requerimento conta que o governador foi citado em um diálogo entre Cachoeira e Geyb Ferreira, no qual teria sido marcado um encontro com Siqueira Campos para falar sobre Deuselino Valadares, que na época era chefe da Superintendência da Polícia Federal em Goiânia. Deuselino também foi preso na Operação Monte Carlo.

Na justificativa, o deputado ainda lembra que o próprio governador Siqueira Campos admitiu ter tido um “contato rápido” com Cachoeira, em 2010, ao visitar o suplente de senador Ataídes de Oliveira (PSDB-TO).

No caso do requerimento que pede a convocação do secretário Eduardo, Picciani justifica que as investigações apontaram que o contraventor mantinha contatos telefônicos com Eduardo Siqueira, pois, em uma das conversas, “Carlinhos diz que estava com Eduardo Siqueira Campos e outras duas pessoas importantes do judiciário em um restaurante”. (Com informações do Portal CT)

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14 anos atrás

Governador Siqueira o sr. deveria está livre destas acusações, deste problemas que assolam o estado do Tocantins. O pelé aquele jogador famoso parou na hora certa, até hoje esse jogador é famoso no mundo inteiro. Vossa excelência deveria ter feito o mesmo parado no momento certo. Mas como um bom tocantinense e grato pelas atitudes sua de transformar a vida dos tocantinense com sua luta e coragem, acho que o Sr. merece perpetuar no senado federal. Aceite essa ideia.

de olho nas campanha
de olho nas campanha
14 anos atrás

O que está acontecendo com os políticos tocantinense não é novidade no Brasil. Isso pode até mudar de agora em diante, mas é de costume este derramamento de dinheiro nas campanhas políticas. E a origem deste montão de dinheiro que são derramados durante noventa dias de campanha. Agora foi descoberto quem patrocinava as campanhas nos dias atuais,” o cachoeira” Não entendo porque o mesmo está preso. No Brasil os caciques políticos se elegem com dinheiro sujo e somente uma pessoas é escolhida como juda, isto está errado.

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