segunda-feira, 24 de agosto de 2026
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Eduardo Gomes no “Mercadão de Emendas”

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Sessão especial remota, realizada a partir da sala de controle da Secretaria de Tecnologia da Informação (Prodasen), destinada a comemorar os 15 anos de criação da Universidade da Maturidade (UMA), projeto da Universidade Federal do Tocantins (UFT) . A Universidade da Maturidade (UMA), sediada em Palmas, foi criada em 13 de fevereiro de 2006. A instituição já formou cerca de 5,5 mil idosos em seu curso de Educador Político Social para o Envelhecimento Humano, e hoje oferece atividades variadas para cerca de 400 pessoas em quatro cidades tocantinenses. Senador Eduardo Gomes (MDB-TO) recebe placa de homenagem em nome da Universidade da Maturidade (UMA). Participam presencialmente: coordenador da Universidade da Maturidade (UMA), Luiz Sinésio Silva Neto; coordenadora da Universidade da Maturidade (UMA) - Universidade Federal do Tocantins (UFT), Neila Barbosa Osório. Foto: Pedro França/Agência Senado

A revista Crusoé e o site O Antagonista trazem nesta sexta-feira, 15, a informação que corre em sigilo no Supremo Tribunal Federal, investigação que mira o senador Eduardo Gomes (MDB/TO) e os deputados Josimar de Maranhãozinho (PL/MA) e Pedro Lucas Fernandes (PTB/MA), sobre uma criativa modalidade de corrupção. Segundo as apurações preliminares, os parlamentares são suspeitos de participar de um esquema de “compra e venda” de emendas parlamentares no Congresso.

“O esquema funcionaria da seguinte forma: o parlamentar paga uma espécie de ‘pedágio’ para que seus pares destinem suas emendas para os municípios que ele controla. Quando o dinheiro chega na ponta, ou seja, na prefeitura, ele é desviado por meio de contratos fictícios para empresas ligadas ao político comprador das emendas. E assim a roda gira para que polpudas verbas públicas parem nos bolsos tanto do parlamentar vendedor quanto do que adquiriu as emendas e, ao mesmo tempo, retroalimentem a engrenagem da corrupção”, diz a revista.

“As verbas negociadas fazem parte do orçamento secreto, abastecido pela emenda de relator criada pelo governo para compra de apoio político. Mas não só. São obtidas também por meio das tradicionais emendas impositivas.”

O esquema passaria pela polemica Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (CODEVASF), que já tem sido alvo de críticas no Tocantins, pela atuação politiqueira.

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