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quinta-feira, janeiro 15, 2026
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Na CCJ, Rocha Miranda questiona superintendente do Banco do Brasil sobre sobreposição de financiamentos

EMPRÉSTIMOS DO GOVERNO

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Aconteceu nesta terça-feira, 27, mais um capítulo da tramitação dos polêmicos projetos de lei do Governo do Estado que pedem autorização à Assembleia Legislativa para contratar R$ 600 milhões em empréstimos. Em reunião da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ), o superintendente do Banco do Brasil no Tocantins, Marcos Antônio Krüger, negou que a instituição pratique sobreposição de financiamentos.

A questão foi inicialmente feita pelo deputado Rocha Miranda (PMDB) em razão de o projeto de empréstimo de R$ 146 milhões com o BB contemplar obras já financiadas pela mesma instituição, como a conclusão do Fórum e do Hospital Geral de Araguaína. “Não estamos financiando a mesma, mas uma nova etapa da construção”, disse o superintendente.

Presidente da Comissão, o deputado Olyntho Neto (PSDB) insistiu na pergunta. “Como é que se libera crédito para a construção de uma casa e não se faz o telhado?”, interpelou, em alusão às obras inacabadas. “Porque não tinha telhado no projeto. O Banco do Brasil financia o projeto apresentado”, Krüger voltou a afirmar.

Questionado pelo deputado Eli Borges (PMDB) sobre a possibilidade de mudança no projeto, Krüger respondeu que a alteração é possível, mas que, “dependendo do que for solicitado, pode demorar mais. Se o projeto for [totalmente] refeito, vai ter de passar por nova análise”.

O superintendente também disse que a previsão inicial era liberar o crédito em 2017, mas que, caso ocorra alteração substancial, a operação pode ficar para 2018.

Os deputados então defenderam a análise minuciosa sobre o assunto. “Quando o projeto chegou à Assembleia, não tínhamos nenhuma informação”, justificou o parlamentar Wanderlei Barbosa (SD). “A Casa entendeu que agora é preciso ter mais zelo”, disse Stalin Bucar (PPS). O presidente da CCJ explicou que os deputados estão “fazendo a coisa da maneira correta”.

Requerimentos

Ainda insatisfeitos com as informações, os deputados Olyntho e Paulo Mourão (PT) solicitaram ao superintendente cópias dos contratos de financiamento do Estado com o banco e suas explicações por escrito, respectivamente. (Glauber Barros)

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