Na nota, Marcelo Miranda esclareceu que “o contrato para realização das referidas obras foi efetivado na gestão do então governador Siqueira Campos e que ele não foi ordenador de despesas do mesmo”.
Por sua vez, Siqueira Campos diz discordar de sua inclusão na ação em que o Ministério Público questiona a execução de obras no Estado. Por meio de sua assessoria jurídica, o ex-governador sustenta que as acusações são equivocadas, e que ele não foi responsável por toda a execução do Contrato nº 403/98, apenas acompanhou seu início.
A ação também cita o atual secretário de Infraestrutura Sérgio Leão Aires, os ex-secretários da pasta, Brito Miranda e Ataíde de Oliveira, outros servidores da secretaria, o consórcio de empresas formado pela Emsa, Rivoli e Construsan, Cláudio Manoel Barreto Vieira, Marco Tulio Aires, Karla Martins Coelho, Adeuvaldo Pereira Jorge, José Pereira da Silva Neto, Dinacir Severino, Ferreira Adriano Macedo Maia e Luciano Nogueira B. Sobrinho. De acordo com a assessoria do MPE, o valor do bloqueio é solidário a todos os envolvidos.




