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quarta-feira, fevereiro 25, 2026
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Ataídes Oliveira pede a renúncia da presidente Dilma

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Plenário do Senado

“Não é necessário tomar várias medidas para acabar com a corrupção. Basta uma só: Renuncie, presidente Dilma, e leve consigo o ex-presidente Lula e o PT.” O recado foi dado nesta segunda-feira, 16, pelo senador Ataídes Oliveira (PSDB/TO, da tribuna do Senado Federal. Num duro discurso em que analisou as manifestações do último domingo como “o fim melancólico” do projeto de poder do PT, Ataídes disse que o 15 de março já está na história como “o dia em que o Brasil começou a sair do vermelho.”

Para o senador, o povo deixou claro que não aceita mais um governo que impôs ao país um cenário de inflação, incompetência, desemprego e corrupção. Mais que isso, acrescentou, o governo é hoje o grande obstáculo às mudanças tão desejadas pelos brasileiros.

CPI

Diante da onda de indignação popular que ganhou corpo no domingo – e que não vai parar de crescer -, a única resposta equilibrada e sensata que o Senado pode dar, segundo e Ataídes, é a instalação de uma CPI para investigar a responsabilidade política da presidente da República e do ex-presidente Lula no escândalo vergonhoso da Petrobras.

“Numa CPI, a presidente não vai poder se esconder atrás de seus subordinados, como fez ontem”, afirmou o senador, lembrando que as entrevistas dadas pelos ministros da Justiça e da Secretaria-Geral da Presidência após as manifestações foram “desastrosas” e “completamente desconectadas da realidade”. “Não há imunidade constitucional que proteja a presidente de responder politicamente pelas ações ou omissões que lançaram a Petrobras no caos atual”, defendeu.

Na opinião de Ataídes Oliveira, a presidente Dilma deveria ter se dirigido pessoalmente à nação para reconhecer seus erros e anunciar uma mudança drástica de rumos, o que não foi feito. Ele criticou o anúncio de um pacote anticorrupção, que, “se vier, estará marcado pelo oportunismo político mais baixo e pela hipocrisia de um governo que finge defender os interesses nacionais enquanto permite que nosso patrimônio seja roubado dia após dia”.

Impeachment

Embora reconhecendo que o afastamento constitucional de um presidente eleito é um processo traumático, o senador lembrou que o Brasil já trilhou esse caminho, de forma plenamente democrática. Ele ponderou que o processo de impeachment não começa no Congresso, mas sim nas ruas: “Este Parlamento é apenas caixa de ressonância da vontade popular, como deve ser numa democracia. O som que ecoa lá fora reverbera aqui”. “O governo se tornou um pesado obstáculo a ser removido pela vontade popular”, concluiu.

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