Nesta terça-feira, 10, após a divulgação dos problemas no Instituto Médico Legal (IML), de Augustinópolis, o instituto tentou explicar a inaptidão do Governo do Estado em estabelecer o funcionamento correto órgão.
De acordo com o IML de Augustinópolis, foi feito o pedido para o conserto do carro e sobre o freezer, o órgão informa que nunca houve o funcionamento, pois a unidade recebeu o equipamento com defeito. Ainda segundo o Instituto, o prédio não comporta salas para necrópsia e nem atendimentos mais graves, sendo levados os corpos para o IML de Araguaína.
Em nota, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) afirmou que em Augustinópolis há um único médico lotado no posto local. Este número é insuficiente e inviabiliza qualquer tipo de plantão de atendimento e também a realização de procedimentos complexos como necropsias. Destacou que o IML de Augustinópolis está localizado em um imóvel alugado, inadequado para todos os serviços necessários à necropsia. A câmara fria, que foi instalada no segundo semestre do ano passado, apesar de estar na garantia, está inoperante por um defeito que o fabricante ainda não solucionou apesar de ter sido notificado a respeito.
A nota também destaca que dos 13 rabecões que o estado possui, nove estavam inoperantes desde de novembro de 2014. Os quatro rabecões restantes, em operação encontram-se em Palmas, Gurupi, Araguaína e o último em Augustinópolis, por serem centros mais frequentemente acionados. Ressalta que os peritos médicos legistas, nem os peritos criminais não estão em greve, e, apesar do fato dos agentes de necrotomia estarem em greve as necropsias vem sendo realizadas, sem qualquer prejuízo para o serviço.
A SSP também afirma que o veículo que iria fazer o atendimento apresentou problemas ao se deslocar para outra ocorrência e por isso ocasionou a demora. Após isso, a necropsia iniciou imediatamente, sendo o corpo liberado às 19 horas, e em seguida liberado para a família. (Com informações do G1)




