O juiz, Marcelo Testa Baldochi, que se envolveu o episodio de humilhação pública, de funcionários da empresa aérea TAM, no sábado, 6, que não permitiram o magistrado embarcar atrasado em um vôo, no aeroporto de Imperatriz-MA, já teve seu nome na lista “suja” do trabalho escravo, segundo uma matéria publicada nesta segunda-feira, 8, pelo jornal Folha de São Paulo.
A Folha diz que o Ministério do Trabalho acusou o magistrado de submeter trabalhadores à situação análoga à escravidão. O nome do juiz foi retirado no ano seguinte. O Ministério teria localizado em 2007, 25 trabalhadores em situação degradante nas terras de Marcelo Testa.
Na época, o juiz disse que houve “abuso” por parte da fiscalização e que “nunca houve” trabalho análogo à escravidão em sua propriedade.





