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terça-feira, fevereiro 3, 2026
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Maranhão é o 3º em focos de incêndio no Brasil

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Dados coletados por satélites de referência do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) indicam que, em setembro, foram registrados 15.622 focos de incêndio em todo o Brasil. Esse volume representa aumento superior a 160%, em relação ao mesmo período de 2013, quando o Inpe registrou 5.946 focos.

Os dados revelam que o Mato Grosso é o estado mais atingido por incêndios, seguido pelo Pará e Maranhão. Juntos, os três somam quase 44% do total de focos ao longo do mês. O Pará também se destaca por abrigar o município com o maior número de registros, São Félix do Xingú, com 551 focos.

Conforme informações do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), o aumento dos registros não é surpresa. A condição climática e o acúmulo de matéria orgânica, decorrente da redução das queimadas do ano passado, favoreceram esse crescimento.

O Ibama avalia que a construção de aceiros negros é a maneira mais eficaz de prevenir os incêndios. Eles servem de controle da queima da vegetação, consequentemente impedem o avanço do fogo. Para evitar, o descontrole, técnicos do instituto ressaltam a importância de ações de educação ambiental junto à população.

Para esses técnicos, é considerado incêndio o fogo que se espalha sem controle pelas florestas e matas, originado ou não pelo homem. Já as queimadas têm a presença direta do homem e são utilizadas, principalmente, para “trabalhar” determinada área para plantio ou pecuária.

Devido ao baixo custo, a prática de limpeza de terrenos com uso de queimadas é tão comum como os riscos que ela representa. Em Mato Grosso, por exemplo, a técnica é proibida de 15 de julho a 15 de setembro.

Os biomas amazônico e Cerrado totalizam 87% do volume de queimadas e incêndios em todo o território nacional. Analista ambiental do ICMBio, Angela Barbara Garda informou à Agência Brasil que o incêndio transforma-se em ameaça à biodiversidade quando compromete seguidamente a reprodução das espécies, impedindo sua perpetuação a longo prazo. “É importante lembrar a existencia de ambientes sensíveis, mas tolerante e até dependentes do fogo”, salientou. (Imirante.com).

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