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sábado, janeiro 31, 2026
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Movimento LGBT cobra ação contra assassinatos em Marabá

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Em novembro de 2010, o professor Mario Antônio Silva foi asfixiado e morto com um fio de tomada dentro da própria casa; em novembro do ano passado o dentista Gilson José da Rosa foi assassinado com 40 facadas também dentro de casa; e na terça-feira (26), o professor Edivan Alves Pereira foi esfaqueado e atropelado na estrada que dá acesso ao Balneário Água Fria. Todos os crimes em Marabá. Embora, em geral, as famílias das vítimas não toquem no assunto, para o Movimento LGBT de Marabá, todos esses crimes estão ligados à homofobia. Quem afirma é Noé Lima, presidente da entidade no município.

Na avaliação dele, esses crimes acontecem, na maioria das vezes, porque os LGBT têm vergonha de se assumir por medo de rejeição dos amigos e da própria família e sociedade. Com isso, vivem no gueto e procuram sexo com garotos de programa e até pessoas de má índole, que mais tarde podem até lhe tirar a vida, como tem ocorrido.

Invesigações

Nesse caso específico da morte do professor Edivan Pereira, Noé diz que por mais que a vítima fosse uma pessoa muito reservada, o movimento vai tentar identificar quem eram as pessoas mais próximas dele; quem eram seus parceiros, para tentar apontar suspeitos e contribuir com a polícia nas investigações.

Até o fechamento desta edição a polícia ainda não tinha prendido nenhum suspeito do crime contra o professor Edivan, contudo há uma consistente linha de investigação que pode revelar os autores.

O delegado à frente da investigação é Ricardo Oliveira do Rosário. O professor foi morto com pelo menos cinco golpes de arma branca e os matadores ainda passaram a própria camionete do professor por cima do corpo. (Diário do Pará)

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