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sábado, janeiro 31, 2026
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Polícia prende no Pará acusado de cometer latrocínio no Maranhão

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A prisão de um homem na cidade de Nova Esperança do Piriá, no nordestedo Pará, pode levar a Polícia Civil paraensea desvendar um homicídio registrado, há cerca de um mês, no município de ZéDoca, no Maranhão. O preso é Manoel Messias da Silva, o “Baixinho”, capturado por policiais civis da Delegacia de Repressãoa Roubosa Bancos do Pará no último dia 7, em cumprimentoa mandado de prisão preventiva expedido pela Comarca deAurora do Pará.

Manoel Messias é umdos trêsacusados da autoria do latrocínio de Maria da Natividade Lima Pereira, conhecida comoDona Caçula, crime ocorrido em 3 de novembro passado, na cidade maranhense.A mulher foi morta por se recusara daraos bandidosa quantia de R$ 300 mil. Ela foi espancada e teve o corpoabandonado no município de Santa Luzia do Paruá (MA).

Ao ser preso, em Nova Esperança do Piriá, “Baixinho” portava uma pistola de calibre 7.65. Por esse motivo, foiautuado em flagrante delito por crime de porte ilegal dearma de fogo.A prisão ocorreu em um trabalho de investigação iniciado pela Superintendência Regional da Polícia Civil na Zona Guajarina, em Paragominas. Segundo o delegado José Ricardo de Oliveira, Manoel Messias responde,ao todo, a quatro inquéritos policiais por ter cometido os crimes de roubo de caminhonetes, cárcere privado e roubo qualificado.

Em 23 de novembro, ele e dois comparsas, um delesadolescente, mantiveram em cárcere privado um homem que trabalhava como caseiro na fazenda Horizonte, localizada na rodovia BR-010, a Belém-Brasília.A vítima ficou sobdomíniodos bandidos pordois dias, até a noite de 25 de novembro.

Os bandidos ficaram no local à espera do dono da fazenda, que, por sorte, nãoapareceu com a família no local, como fazia de costume,nos fins de semana. Os criminosos planejavam roubardo locala quantia de R$ 500 mil, caso contrário, matariam o fazendeiro. Coma prisão, oacusado permanecerá recolhido à disposição da Justiça.As investigações sobre os crimes cometidos por “Baixinho” prosseguem. (Walrimar Santos)

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