A abertura de uma vaga na Câmara Municipal de Araguatins pode desencadear uma disputa jurídica e política envolvendo a sucessão parlamentar. Primeiro suplente do MDB, Marcionil Amaral corre o risco de não assumir a cadeira após ter as contas de campanha julgadas como não prestadas pela Justiça Eleitoral. O dirigente sindical obteve 113 votos no pleito, mas deixou de cumprir a obrigação legal de prestação de contas, condição indispensável para a regularidade eleitoral.
Diante desse cenário, o posto pode ser ocupado pela segunda suplente da chapa, Catia Oliveira, que recebeu 32 votos. Pela legislação eleitoral, a ausência de prestação de contas impede a obtenção de quitação eleitoral, requisito necessário para a diplomação e o exercício do mandato, o que mantém a situação de Marcionil sob questionamento até eventual regularização ou decisão judicial em sentido contrário.
A vaga no Legislativo municipal se abrirá após a nomeação do vereador Miguel Pereira Silva para o cargo de secretário executivo da Secretaria da Cidadania e Justiça do Tocantins. A designação foi feita pelo governador Wanderlei Barbosa e publicada no Diário Oficial do Estado nesta quinta-feira (8), integrando ajustes recentes na estrutura administrativa do Executivo estadual.




