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quarta-feira, janeiro 14, 2026
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IMPERATRIZ: Laudo desmente versão de policial que matou médico Bruno Calaça

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O laudo do exame de corpo de delito feito em Adonias Sadda desmentiu a versão apresentada por ele de que o tiro foi disparado contra o médico foi acidental. O exame foi realizado no dia 30 de julho, logo após o soldado da PM ter prestado um novo depoimento.

De acordo com a Polícia Civil, o laudo mostra que não há compatibilidade entre a lesão apresentada pela PM e o relato prestado por ele. Em depoimento, ele disse ter sido atingido por um chute de Bruno Calaça, antes do disparo. Segundo a Delegacia de Homicídios, a versão foi confrontada com trechos do depoimento e cenas da câmera de segurança que registrou o crime.

PM diz que tiro foi acidental

Nos dois primeiros depoimentos prestados pelo soldado à Polícia Civil, Adonias Sadda afirmou que o tiro disparado contra a vítima havia sido acidental. Segundo o suspeito, Bruno Calaça teria tentado desamar ele com um chute quando, acidentalmente, o PM apertou o gatilho.

De acordo com o delegado Praxísteles Martins, o soldado afirmou ainda, que foi ao local da festa para tentar desamar uma pessoa. O suspeito alega que Bruno se envolveu em uma confusão com uma terceira pessoa e ao segurar a arma, ela ficou pendurada e, acidentalmente, o soldado atirou contra o médico.

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