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terça-feira, janeiro 13, 2026
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Sem armas, delegacias atendem parcialmente

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Enquanto o governo do Estado e Policiais Civis continuam em uma queda de braço para ver quem cede primeiro, a população tocantinense fica com a segurança comprometida. Embora a Secretaria de Segurança Pública (SSP) afirme, por meio da assessoria de comunicação, que as delegacias continuam funcionando e que não se encontram desprotegidas, em Araguaína e Gurupi nenhuma delegacia está funcionando. Já em Palmas, enquanto algumas prosseguem o atendimento, outras, embora abertas, suspenderam todos os serviços.

Em Araguaína, nenhuma das oito delegacias está funcionando desde a última segunda-feira. Em visita ao complexo de delegacias, ontem, que comporta seis unidades, sendo três Delegacias Especializadas, não está havendo atendimento ao público.

De acordo com o delegado Manoel Laeldo, embora os delegados estejam cumprindo as 40 horas semanais, nenhum procedimento está sendo realizado, visto que, com a entrega das armas, escrivães e agentes não podem ter sua integridade física exposta a risco, lidando com situações perigosas.

Na Central de Flagrantes, a cena se repete, nenhum procedimento está sendo realizado. “Estamos mantendo o plantão aberto apenas para informar à comunidade que não podemos fazer qualquer procedimento. O mais preocupante é estarmos ao lado da Casa de Prisão Provisória de Araguaína (CPPA) e totalmente desprotegidos desde a entrega das armas”, afirmou a presidente da Associação dos Policiais Civis (Aspol) de Araguaína, Aline Moura. (Jornal do Tocantins)

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