
Dono de uma carreira política com filiações partidárias antagônicas, que se enveredam por agremiações de direita como PL, de centro como PSDB e de esquerda como o PSB, o senador maranhense Roberto Rocha, já definiu claramente sua estratégia para tentar suceder o atual governador, Flávio Dino (PCdoB), no Palácio dos Leões, sede do Governo do Maranhão.
Com o propósito de tentar se viabilizar como principal nome de oposição para disputar o Governo do Estado em 2022, Roberto Rocha, já definiu a estratégia… copiar o estilo Bolsonaro.
Roberto Rocha aposta na desinformação e confronto, para minar Dino e seu grupo. Recentemente por exemplo, o senador saiu em defesa de Bolsonaro, rebatendo informação do Governo do Maranhão, sobre a alta dos preços dos combustíveis. O parlamentar também tentou usar o fato de suposta desassistência do Governo local, quanto a um policial militar baleado em serviço. O militar, segundo o senador, estava internado em dos principais hospitais particulares de São Luís. Mesmo assim, ele cobrava providências do Governo, sem dizer o que ele próprio, como senador, fez, e na mesma situação, ainda tentou desinformar, fazendo coro as fake news, insinuando que Dino estaria querendo gastar milhões dentro de penitenciárias com “suítes de motel”.
A lista de ataques desconexos, é grande.
Da última vez que tentou ser governador, em 2018, Roberto Rocha usando o mesmo tipo de tática, acabou não colhendo os resultados esperados, e ficou apenas na quarta posição, entre seis candidatos. Conseguiu vencer apenas Ramon Zapata (PSTU) e Odivio Neto (PSOL). Rocha teve apenas 2,05% dos votos dos maranhenses.




