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quinta-feira, janeiro 22, 2026
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Por sobrevivência política Marcelo e Siqueira começam reaproximação

VELHOS ALIADOS

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Personagens substanciais da história político-administrativa do Tocantins, Siqueira Campos e Marcelo Miranda, como adiantado no último dia 24 de julho, aqui pelo webjornal Folha do Bico, ensaiam há vários meses uma reaproximação.

O entendimento para o não ataque em qualquer circunstância, já está selado há mais de ano, estando os dois juntos ou separados em 2018. Agora, o que amigos, correligionários e afins buscam é afinar a reaproximação política. Isso ainda é considerada possibilidade remota, porém, não impossível… longe de ser impossível.

As ações públicas são provas claras e cristalinas da possibilidade de reajuntamento das duas forças. Reparem que o deputado estadual e filho de Siqueira, Eduardo Siqueira Campos (DEM), teoricamente deveria ser o principal antagonista mirandista na Assembleia Legislativa. Mas anda longe de fazer esse papel. Adota estrategicamente uma postura moderada e de um ano, para cá, se comporta praticamente como um deputado da base. Calado, diferente do primeiro ano de atuação. Esfriou no segundo ano e este terceiro, pouco participou das sessões, devido problemas de saúde.

Outro sinal evidente da reaproximação foi a participação do secretário-chefe da Casa Civil, Télio Leão Ayres, que representou o governador Marcelo Miranda (PMDB) na missa realizada pelo aniversário de 89 anos do ex-governador Siqueira Campos, no último dia 1ª de agosto. Télio foi enviado não de maneira aleatória ou por mera casualidade, mas por ser o principal homem de confiança de Marcelo Miranda, escolhido a dedo para representar o governador.

Siqueira e Télio durante missa nesta terça, em Palmas. Télio levou cumprimentos de Marcelo Miranda.

Télio foi e não escondeu dos presentes que o próprio governador Marcelo Miranda, apenas não foi pessoalmente a missa de Siqueira, por ter feito um procedimento médico naquele exato dia. (Já os bastidores dizem que Miranda não foi pessoalmente para não espantar ou chocar siqueiristas mais apaixonados. Afinal alguns podem ainda não estarem preparados para tal notícia).

O motivo do afastamento de Siqueira e Marcelo de maneira oficial em junho de 2005, quando o atual governador reingressou no PMDB, ninguém sabe ao certo o que realmente motivou. Os siquierista contam uma história e os mirandistas tem outra versão. O certo é que agora em 2017, 12 anos depois, o motivo que os reaproxima é o mesmo… sobrevivência política.

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