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sábado, janeiro 24, 2026
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Por ano, 300 casos de hanseníase são diagnosticados em Imperatriz

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Trezentos casos de hanseníase são diagnosticados todo ano em Imperatriz. O índice é considerado alto pelo Centro de Referência em Dermatologia Sanitária. Para conter o avanço da doença, uma campanha está sendo desenvolvida nas escolas públicas da cidade.

A mobilização inclui informações sobre o corpo humano, que é um guia para identificar manchas na pele ainda cedo. Além disso, são aplicados questionários. Cada pergunta aumenta a curiosidade e incentiva os cuidados.

Em outras cidades do Brasil, a campanha terminou em março, mas em Imperatriz o período foi prorrogado porque só a rede municipal de ensino tem quase 40 mil alunos. O objetivo é atender a crianças com idades entre quatro e 14 anos.

Além de distribuir e explicar o questionário, os estudantes também recebem um medicamento para conter o desenvolvimento de vermes. O comprimido é mastigável e tem sabor de frutas. A medida é para evitar que sintomas de outras doenças confundam o diagnóstico da hanseníase.

“Algumas crianças tem manchas na pele, não por origem de doença ou verminose. Indiscriminadamente, toda criança deve tomar o medicamento, desde que tenha de 4 a 14 anos”, explicou Francisco Cutrim, que é coordenador do Programa de Controle de Hanseníase.

De acordo com o Centro de Referência em Dermatologia Sanitária, cerca de 300 casos de hanseníase são diagnosticados por ano em Imperatriz. O número é considerado alto. O Maranhão está entre os 10 estado do Brasil com mais casos da doença.

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