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segunda-feira, janeiro 19, 2026
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Polícia apreende equipamentos em operação contra jogo da Baleia Azul, em Redenção-PA

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Polícia Civil de Redenção, no sul do Pará, apreendeu dois celulares e um computador na manhã desta terça-feira (18), em uma residência no bairro Serrinha, onde estaria um dos investigados pela prática do jogo Baleia Azul, uma corrente que tenta induzir virtualmente seus participantes, a maioria menores de 16 anos, ao suicídio através de 50 desafios. A ação integra uma operação da Polícia Civil do Rio de Janeiro. Duas pessoas foram prestar esclarecimentos na delegacia e foram liberadas em seguida.

O jogo da Baleia azul não existe oficialmente. Não há um site ou coisa assim. É uma iniciativa de criminosos que usam as redes sociais para impor desafios macabros a crianças e adolescentes. Um grupo de organizadores, chamados “curadores”, propõe uma sequência de missões que envolvem isolamento social, automutilação e suicídio.

Segundo a Safernet (associação que combate violação de direitos humanos na internet), ele surgiu de uma notícia falsa na Rússia que se espalhou a partir de 2015. Desde abril, a DRCI investiga várias pessoas que estariam relacionadas aos crimes envolvendo o Baleia Azul.

Operação do Pará

De acordo com o delegado Ricard, há quatro dias a Polícia Civil de Redenção recebeu um ofício e um mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça do Rio de Janeiro e encaminhado pela polícia do mesmo estado solicitando cumprimento nesta terça-feira da ordem judicial para buscar e apreender objetos tecnológicos em uma residência de um suposto curador da prática do chamado jogo Baleia Azul.

A operação da cidade paraense iniciou às 6h e contou com a participação de cinco policiais civis e um oficial de justiça. Três celulares e um notebook foram apreendidos. Dois dos celulares e o computador portátil são do suspeito e o terceiro celular pertence à irmã do investigado.

Os dois irmãos, que são maiores de 18 anos, foram encaminhados até a delegacia para prestar esclarecimentos, conforme solicitado pela Polícia do RJ e foram liberados em seguida. Não houve mandados de prisão nem de condução coercitiva, quando a pessoa é levada para depor, no Pará.

Os objetos apreendido vão passar em Redenção por uma análise da equipe do Núcleo de Apoio à Investigação (NAI), do Núcleo de Inteligência da Polícia Civil do Pará. As análises vão apontar a existência ou não de arquivos que interessem a investigação. Havendo esses arquivos, os objetos serão lacrados e enviados via malote para a Polícia Civil no RJ. Caso não haja nenhum arquivo nos celulares e no computador, os objetos serão liberados e devolvidos aos proprietários.

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