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quinta-feira, janeiro 8, 2026
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PARAUAPEBAS: Aurélio Goiano reafirma oposição à privatização do saneamento urbano e promete vigilância sobre concessionária Águas do Pará

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O prefeito de Parauapebas, Aurélio Goiano, se posicionou publicamente contra a privatização do saneamento básico e utilizou a transição dos serviços como palco para reafirmar a defesa do patrimônio público. Em declaração enfática, o gestor destacou que sempre se colocou de forma contrária à concessão e ressaltou o esforço da equipe do SAAEP, formada majoritariamente por servidores efetivos, que, segundo ele, nunca haviam tido as condições adequadas para demonstrar seu potencial técnico.

Aurélio Goiano afirmou que, mesmo em um curto espaço de tempo, o serviço municipal conseguiu apresentar resultados concretos. De acordo com o prefeito, em menos de um ano de gestão foi possível levar abastecimento de água a 16 bairros da cidade, além de deixar redes prontas para atender outras regiões. Para ele, os avanços comprovam que o serviço público tinha capacidade de resposta quando recebeu investimento, estrutura e valorização profissional. “Muito foi feito, mas ainda há muito a fazer”, resumiu, ao reconhecer os desafios históricos do sistema.

Mesmo com a transferência da operação urbana para a concessionária Águas do Pará, controlada pelo grupo Aegea, o prefeito garantiu que o município não se afastará do debate nem da fiscalização. Ele reforçou que a Prefeitura mantém ações judiciais em andamento e que a cidade seguirá buscando espaço para ser ouvida nas instâncias legais, sinalizando que a mudança administrativa não encerra a disputa política e institucional em torno do saneamento.

Ao final, Aurélio Goiano deixou claro que a responsabilidade pela distribuição de água na área urbana passa, a partir de agora, para a empresa concessionária, mas fez questão de enfatizar que a gestão municipal continuará vigilante. Segundo o prefeito, a prioridade seguirá sendo a população, especialmente no acompanhamento da qualidade do serviço, do cumprimento de metas e da proteção dos interesses coletivos, em um processo que, para ele, ainda está longe de ser considerado definitivo.

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