Um recado esta semana do advogado e presidente da federação União Brasil/Progressistas, Antônio Rueda, acendeu um sinal de alerta entre lideranças do grupo palaciano. Raueda teria sido taxativo: “compromisso é para ser cumprido e não postergado”, Rueda teria direcionado admoestação à senadora Professora Dorinha e ao senador Eduardo Gomes, via interlocutores, em meio à crescente pressão sobre a definição das chapas para 2026. A informação tem sido repassada a imprensa, por aliados e pessoas próximas a Carlos Gaguim.
A fala ocorre em um momento de intensa especulação sobre uma possível renúncia do governador Wanderlei Barbosa para disputar o Senado, movimento que, nos bastidores, poderia alterar diretamente o espaço político do deputado federal Carlos Gaguim. Interlocutores ligados ao parlamentar afirmam que ele tem sido pressionado diante da hipótese, que ganha força conforme o cenário eleitoral se torna mais competitivo.
A informação sobre as ocnversas para renuncia de Wanderlei, gagram força nos último strês dias, e após o recado de Arrueda, o governador teve de mandar uma sinal claro ao líder partidário, e gravou um vídeo, reafirmando que não renunciará.
O pano de fundo dessa tensão é o avanço da pré-candidatura do deputado federal Vicentinho Júnior, que, segundo avaliações internas, já impacta o equilíbrio do grupo ligado ao Palácio Araguaia. Levantamentos recentes indicariam um desempenho competitivo do parlamentar, inclusive à frente de Dorinha em alguns cenários, o que tem levado lideranças a reavaliar estratégias e considerar rearranjos, inclusive com eventuais sacrifícios políticos.
Nos últimos dias, reuniões reservadas entre Wanderlei Barbosa, Eduardo Gomes e Professora Dorinha, sem a presença de Gaguim, reforçaram a percepção de que mudanças estão em curso. Publicamente, o grupo mantém silêncio, mas a combinação entre pressão interna, avanço de adversários e cobrança por cumprimento de acordos sugere tensão no tabuleiro eleitoral no Tocantins.





