Publicidadespot_imgspot_imgspot_imgspot_img
sexta-feira, janeiro 16, 2026
Publicidadespot_imgspot_imgspot_imgspot_img
Publicidadespot_imgspot_imgspot_imgspot_img

No MA, medidas jurídicas serão tomadas para apurar conduta do PM que apoiou feminicídio

MARANHÃO

Noticias Relacionadas

O Conselho Regional de Serviço Social no Maranhão (CRESS-MA) divulgou nesta semana uma nota de repúdio contra o policial militar Tiago de Jesus Martins das Dores, que usou uma rede social para fazer apologia sobre o caso de feminicídio ocorrido na tarde do último sábado (25), no bairro Vicente Fialho, em São Luís.

Segundo o CRESS a atitude do PM, que também é assistente social do Núcleo de Saúde da Polícia Militar, “reforça apologicamente a naturalização do feminicídio que tem sua expressão máxima na perpetração do machismo, prática que ainda persiste no interior das relações sociais na sociedade brasileira em pleno século XXI, com expressões particularizadas na realidade maranhense que historicamente traz refrações do coronelismo e do patriarcado”.

A nota ressalta ainda que a profissão de Serviço Social “tem em seu Código de Ética a defesa da liberdade, direitos humanos e da plena realização dos indivíduos sociais sem ser discriminado (a), e nem discriminar, por questões de inserção de classe social, gênero, etnia, religião, nacionalidade, orientação sexual, identidade de gênero, idade e condição física”.

A nota finaliza declarando que o CRESS já está tomando todas as medidas “para apuração do fato em conformidade com o arcabouço jurídico específico da profissão” e se solidariza com os familiares das vítimas envolvidas no crime.

Nas redes sociais, vários comentários culparam Bruna pelo crime que ela sofreu, e dentre eles estava a do PM Tiago de Jesus, que em seu discurso afirma que se as mulheres traírem os seus maridos poderão também morrer assim como Bruna Lícia. Em um outro comentário o PM chega a xingar a vítima que foi assassinada.

- Advertisement -spot_imgspot_imgspot_imgspot_img
- Advertisement -

Ultimas noticias