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quarta-feira, janeiro 14, 2026
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Municípios de Carajás sofrem com desabastecimento

PARÁ

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No nono dia de crise com a paralisação dos caminhoneiros, o prefeito de Parauapebas, sudeste do Pará, declarou estado de emergência no município por conta do desabastecimento. A situação também se agrava em outras cidade do interior do estado. Em alguns municípios afetados pela greve, os serviços básicos de assistência, como medicamentos, transporte público, e coleta seletiva estão sendo paralisados. Além disso, o desabastecimento também afetou a produtividade de vários frigoríficos do estado, que seguem parados.

Parauapebas

Prefeito de Parauapebas decretou situação de emergência devido a greve de caminhoneiros. De acordo com o prefeito, o decreto foi assinado por causa das consequências da gravidade do desabastecimento que aqui atinge postos de combustíveis, feiras e supermercados. Segundo a determinação, a situação de emergência será mantida até que tudo volte ao normal.

O decreto também prevê o uso do dinheiro público para a compra de itens essenciais como medicamentos, que estão em falta na rede pública. O dinheiro deve ser usado para a manutenção do transporte público e a garantia do abastecimento de água e energia na cidade

A prefeitura também cancelou as atividades administrativas até a próxima sexta (1). Segundo a Secretaria de Saúde do município, todos os serviços dos postos de saúde da cidade serão suspensos. Alguns pontos estarão funcionando em regime de escala. A pevisão é de que as atividades sejam normalizadas no dia 4 de junho.

Na última segunda-feira (28) as aulas na rede municipal de ensino foram suspensas, já que combustível, os ônibus escolares não podem transportar os alunos.

Ourilândia

Moradores de Ourilândia do Norte, no sudeste do estado, fizeram na manhã desta terça-feira (29) um protesto em apoio à greve dos caminhoneiros. A população interdita o quilômetro 152 da PA 279, em frente ao aeroporto da cidade. O protesto é pacífico e a polícia está no local.

Marabá

O município de Marabá segue sofrendo com os reflexos do desabastecimento. Na última segunda-feira (28), a cidade recebeu uma nova carga de combustível. Isso aconteceu devido a um acordo formado entre o gabinete de crise da Associação Comercial Industrial de Marabá e os grevistas. Os manifestantes aceitaram a proposta de liberar os caminhões tanque que estavam retidos no pátio do Distrito Industrial do município. Antes de os caminhões chegarem aos postos, motoristas já formavam longas filas para receber o combustível.

Outro setor que ainda sofre com a greve é o transporte público, que continua funcionando com a frota reduzida. Dos 70 ônibus da cidade, apenas 20 estão em circulação. Segundo a empresa de transporte coletivo, a situação deve ser normalizada até o final do dia.

As aulas da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa) também foram afetadas pela paralisação. Apenas os veículos oficiais da instituição estão funcionando.

Redenção

Em Redenção a falta de combustível está afetando os negócios da cidade. As empresas estão liberando seus funcionários por falta de mercadorias para vender. Esse é o caso de um dos frigoríficos do município que está sem gado para o abate desde a última quarta-feira (23).

De acordo com o presidente do Sindicato Rural de Redenção, a feira agropecuária da cidade tem risco de trazer prejuízo por conta da greve. Cerca de 90% do parque de diversão da festa, que deveria estar montado, ainda não chegou.

O prefeito do município expediu um decreto para poder comprar itens de saúde nas farmácias locais.

Além disso, as aulas da educação pública municipal foram suspensas a partir desta terça-feira (29). (G1)

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