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quinta-feira, março 5, 2026
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IMPERATRIZ: Operação mira núcleo financeiro de organização ligada ao tráfico e lavagem de dinheiro

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Uma operação integrada de combate ao crime organizado avançou nesta quinta-feira (5) contra a estrutura financeira de um grupo suspeito de atuar no tráfico de drogas e na lavagem de dinheiro em diferentes estados do país. A terceira fase da chamada “Operação Serras Gerais” teve como foco a desarticulação de um sistema responsável por movimentar grandes quantias por meio de mecanismos financeiros irregulares, incluindo uma plataforma digital que operava sem autorização do Banco Central. As ações foram concentradas nas cidades de Goiânia e Imperatriz, onde foram cumpridos mandados de busca e apreensão.

As investigações apontam que o grupo teria estruturado um esquema complexo para ocultar a origem de recursos provenientes do narcotráfico. Entre as estratégias identificadas estão a aquisição de bens de alto valor, o uso de empresas de fachada e movimentações financeiras realizadas por meio de contas ligadas a um banco clandestino. Em um dos casos investigados, uma revendedora de veículos localizada em Goiânia teria sido utilizada para transformar dinheiro obtido com o tráfico aéreo de drogas em ativos aparentemente legais. O estabelecimento operava com registros inconsistentes e era administrado por pessoas ligadas diretamente ao esquema, incluindo um indivíduo que já cumpria pena.

Em Imperatriz, a apuração alcançou a atuação de dois irmãos responsáveis por uma estrutura financeira que, segundo os investigadores, movimentou mais de R$ 14 milhões em apenas 50 dias. Parte das transações teria sido realizada por meio de uma empresa de papelaria usada como fachada para ocultar a origem dos recursos. As investigações também atingiram conexões do grupo com outros setores econômicos, incluindo empresas ligadas à construção civil.

Ao todo, oito mandados de busca foram executados com apoio de forças policiais estaduais e federais, no âmbito da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado, estrutura coordenada pela Polícia Federal e composta por diferentes instituições de segurança pública. Os suspeitos investigados poderão responder por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, tráfico de drogas e fraude fiscal, delitos que, somados, podem resultar em penas superiores a 30 anos de prisão.

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