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sábado, janeiro 31, 2026
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Explosões em bancos assustam municípios no interior do Estado

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Aproveitando a falta de policiamento, quadrilhas especializadas em arrombamento de bancos agem com frequência, principalmente, na Região Tocantina e na Baixada Maranhense. Só este ano, 16 agências já foram explodidas.

O aposentado José da Mota estava dormindo, quando os bandidos explodiram, durante a madrugada, a agência bancária de Montes Altos, município localizado a 640 quilômetros da capital maranhense. Sua residência é vizinha à agência e esta era a terceira tentativa da quadrilha em menos de um mês.

“Deram um disparo na bomba, mas a dinamite não atingiu. Agora eles vieram a propósito, porque eles bateram durante muito tempo para poder fazer o disparo com a dinamite”, contou o aposentado. Os bandidos deixaram a cidade atirando e uma das balas atingiu a delegacia de polícia.

De acordo com dados da Secretaria Estadual de Segurança (SSP), esse tipo de crime tem aumentado. Em 2012, as quadrilhas explodiram 40 agências bancárias e arrombaram 56. Só este ano já foram registradas 16 explosões. Só a agência de Sítio Novo, no sudoeste do estado, foi explodida três vezes em menos de um ano. Os moradores vivem assustados e os comerciantes contabilizam os prejuízos. “Tudo na cidade gira em torno do banco. Então isso influencia diretamente nas vendas”, afirmou a comerciante Ana Maria Soares.

Em Davinópolis, na região Tocantina, os bandidos explodiram as duas agências bancárias da cidade. E seis meses depois elas ainda passam por reformas.

Em Governador Ribamar Fiquene, o caixa eletrônico foi substituído há poucos dias. No lugar foi colocado um equipamento com dispositivo de tinta. Se houver uma nova explosão, todo o dinheiro que estiver no caixa, ficará danificado. No entanto, nem todos os bancos têm instalado caixas com este dispositivo

“Nem todas as instituições financeiras aderem a este sistema e não existe, o que nós podemos falar de sistema satisfatório de destruição e inutilização das notas”, disse Augusto Barros, superindente de Investigações Criminais. (G1)

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