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quarta-feira, fevereiro 25, 2026
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Estudo identifica mais de 50 espécies de abelhas no sudoeste do PA

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Pesquisadores e biólogos identificaram 52 espécies de abelhas na região do Xingu, no sudoeste do Pará. O projeto é desenvolvido no Centro de Estudos Ambientais localizado em uma região de floresta próximo ao sítio Pimental, um dos canteiros de obras da construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, em Vitória do Xingu.

“São registros novos e do ponto de vista de uso humano, do aproveitamento econômico e social. Chamam atenção as espécies do gênero melípona, popularmente conhecidas como uruçu, que são abelhas dóceis, fácil de manejar e que com elas é possível produzir mel e fazer polinização de culturas agrícolas também”, explicou um dos biólogos envolvidos no trabalho, que disse que a quantidade de novas variedades chamou atenção dos pesquisadores.

Mais de 700 abelhas foram resgatadas para a realização dos estudos e duas espécies encontradas são fundamentais para a produção de mel de alta qualidade, que poderá ser comercializado futuramente.

Os estudiosos desenvolvem a pesquisa de abelhas sem ferrões. Aproximadamente 18 equipes trabalham resgatando as abelhas nos troncos das árvores. Em seguida, os insetos são levados para um espaço apropriado para abrigar as espécies, similar a um ninho, que ajuda no desenvolvimento das colônias.

O especialista em meio ambiente, Roberto Silva, conta que o resgate de invertebrados em geral da fauna e de flora é um condicionante do Ibama que é atendido pelo projeto previsto Plano Básico Ambiental (PBA).

“Quando a gente começou com o resgate dos animais, a gente percebeu essa necessidade de resgatar também as abelhas que apareceram em alguns ninhos na área de implantação da obra”, contou Silva.

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