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sexta-feira, janeiro 16, 2026
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Em Parauapebas, promotoria eleitoral denuncia crimes eleitorais

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Em Parauapebas, sudeste do estado, a promotoria eleitoral enviou para Belém a denúncia e provas que podem caracterizar a compra de votos no município. A apuração começou depois de uma denúncia da população de que dinheiro para compra de voto seria distribuído no dia da eleição, 5 de outubro.

Um relatório feito pelo promotor eleitoral Eduardo Falesi mostra irregularidades que teriam sido cometidas por quatro candidatos no ultimo domingo (5). “Os indícios são muito fortes, despertou realmente muita atenção para que justamente nós possamos prosseguir e de verdade punir essas pessoas que continuam fazendo do processo eleitoral algo para se beneficiar de uma forma ilícita”, contou o promotor eleitoral.

Em um quarto de hotel no centro de Parauapebas foi encontrado a quantia de R$ 43.900 mil em dinheiro, além de material de propaganda de dois candidatos a deputado estadual e federal. Parte do dinheiro estava dividida em pequenos envelopes. Segundo a promotoria a reserva do quarto que estava no nome de um dos funcionários que trabalhava para um dos candidatos, o suspeito permanece foragido.

No domingo a promotoria eleitoral também recebeu denúncia de que candidatos estariam autorizando o abastecimento de carros e motos. Em um posto da cidade, sete pessoas foram detidas abastecendo com autorização de um deputado estadual. Uma funcionária que estava trabalhando para um candidato e era responsável pela distribuição de das requisições de abastecimento foi presa, mas liberada após pagar fiança. As requisições de abastecimento do posto somaram mais de R$ 230 mil.

Em outro posto de abastecimento foi encontrado comprovantes de abastecimento autorizados por outros dois candidatos nos valores de R$ 4 mil e de R$ 8 mil.

Todo material apreendido no domingo foi encaminhado para a procuradoria regional eleitoral em Belém. O procedimento agora é a analise do relatório pelo procurador eleitoral Alan Mansur, posteriormente os candidatos investigados serão ouvidos e se condenados podem ser enquadrados na lei da ficha limpa e perder os direitos políticos.

“Foi uma colaboração da sociedade que demonstra que realmente a conscientização está prevalecendo a cada pleito eleitoral e é assim que deve ser, afim de que nós possamos cada vez mais coibir com esse tipo de prática”, disse o promotor. (G1 PA).

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