Em mais um eficiente trabalho de estratégia e inteligência no combate ao tráfico ilícito de entorpecentes e a criminalidade em geral, a Polícia Civil, por intermédio da Delegacia Especializada em Narcóticos (DENARC), com apoio do Centro Integrado de Operações Aéreas (CIOPAER), prendeu no final da tarde desta terça-feira, 15, cinco homens acusados pela prática dos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.
As prisões de Erivaldo Soares de Moura, 24 anos, Flávio Alves Rodrigues, 21 anos, Jaciel Cunha Feitosa, 20 anos, Flávio Claro Gomes, 21 anos e Jonas Gonçalves Silva, 20 anos, que era considerado um dos chefes do tráfico na região das quadras 1106 e 1206 Sul, são resultado das ações da operação “Saúva Negra”, iniciada pela DENARC há aproximadamente três semanas e deflagrada na tarde de hoje, na praça central da quadra 1206 Sul, antiga Arse 122, em Palmas.
Os policiais civis também apreenderam em poder dos acusados; 84 “buchas” de maconha e 19 pedras de Crack, já devidamente embaladas e prontas para a comercialização, além de R$147,00 (Cento e Quarenta e Sete Reais) em dinheiro, provenientes da venda das substâncias entorpecentes, além de cinco aparelhos celulares e um relógio de pulso.
Os agentes da Denarc iniciaram o monitoramento da praça central da quadra 122, devido a inúmeras denúncias de moradores e fortes indícios levantados, de que traficantes estariam utilizando o local para realizar a modalidade criminosa conhecida como “Micro Tráfico.
De acordo com a Especializada, para não levantar suspeitas sobre o crime que estavam cometendo, os traficantes vendiam pequenas quantidades de drogas, as quais escondiam em buracos da própria quadra poliesportiva. O principal objetivo da operação “Saúva Negra” era prender Jonas Gonçalves Silva que, segundo o que foi levantado pela DENARC, vinha comandando a venda de drogas na região Sul da Capital.
Jonas Silva, Erivaldo Soares, Flávio Alves, Jaciel Cunha, e Flávio Gomes foram indiciados pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico e, após os procedimentos cabíveis, foram encaminhados à Casa de Prisão Provisória de Palmas (CPPP), onde permanecerão a disposição do Poder Judiciário.




