O contrato emergencial com a empresa que presta o serviço de transporte público em Araguaína, norte do Tocantins, será renovado. O atual teve início em 2016 e termina no dia 18 desde mês. Cinco licitações foram lançadas pelo município para conseguir contratar uma empresa que assuma de vez o serviço, mas não houve uma inscrição sequer.
“Ele tem a duração máxima de 180 dias, mas enquanto isso, dentro de um prazo de 30 a 20 dias, será feita uma nova solicitação que a gente aguarda que diante do melhoramentos feitos que alguma empresa compareça e assuma o transporte em Araguaína”, diz o presidente da ASTT, Fabio Astolfi.
Enquanto isso a população não está nada contente com a qualidade do serviço. “O que a gente precisa é de estrutura para facilitar para quem está andando e trafegando na cidade”, diz o autônomo, José Pereira.
Os usuários reclamam da longa espera, que é diária e parece que só piora. “Antes era ruim e agora está pior. Essa semana passei uma hora aqui esperando o coletivo”, denuncia o lavrador João Alves.
“O principal motivo que a gente apurou ainda é o transporte clandestino que ocorre na cidade, mas há projeto de envio de um novo projeto de lei para a Câmara, aumentando o valor da multa para os veículos que forem apreendidos”, diz o presidente.
No início do ano, mais de 50 funcionários paralisaram o serviço por falta de pagamento. Em novembro do ano anterior outra paralisação já havia afetado os passageiros e o transporte clandestino era a única opção. Carros superlotados que colocam em risco a população.
O presidente da ASTT diz que vai melhorar o serviço oferecido. “Essas cobranças são constantes para melhorar atender a nossa população e todas elas vem sendo feitas sistematicamente, especialmente atendimento de maior quantidade de linhas, atendimento aos bairros mais distantes, maior conforto, enfim todas as medidas que atendam melhor a população.” (G1)




