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sábado, janeiro 17, 2026
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Cônsul para Assuntos Econômicos de Israel conhece potencial produtivo do Pará

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Cumprindo agenda de visitas ao Pará, na manhã desta quinta-feira (8), o cônsul para Assuntos Econômicos de Israel, Roy Nir, esteve na Secretaria Especial de Desenvolvimento Econômico e Incentivo à Produção (Sedip), para conhecer as potencialidades do estado nas áreas de agricultura, ambiente, tecnologia e segurança. A reunião teve como finalidade estabelecer um primeiro contato para possíveis investimentos na região.

O secretário Especial de Produção, Sidney Rosa, apresentou as áreas de interesse  e de crescimento econômico nas regiões do estado, enfatizando as possibilidades nas áreas da agricultura. “Na produção temos grandes potenciais ainda desconhecidos para eles e um campo vasto para investimento, assim como na segurança pública e ainda projetos de irrigação”, destacou o titular da Sedip.

Para Nir, é muito importante que Israel conheça outros estados brasileiros, em especial o Pará, que segundo o cônsul, é uma das áreas que sabe ser de maior crescimento no país com potencial também a longo prazo. “Em Israel, ouvimos falar do desenvolvimento dessa região que para muitos ainda é desconhecida. Por este motivo viemos até aqui para verificar pessoalmente as possibilidades de investimento. Queremos também apresentar para o Pará o potencial do mercado israelense”, salientou.

Cerca de 300 empresas israelenses já investem em outras regiões brasileiras, como por exemplo, nos estados de São Paulo, Bahia e Ceará, em diversos ramos de atuação. “Nossa visita vai além de abrir mercado para nossos produtos. Queremos conhecer todas as oportunidades da região norte. Temos uma agenda para 2013 onde comitivas de negócios virão ao Brasil estudar essas potencialidades e, quem sabe, fechar negócios”, revelou Roy Nir.

Na visão do secretário especial Sidney Rosa, uma das áreas de potencial investimento no Pará é a irrigação para o cultivo da palma de óleo e do açaí. Sobre as oportunidades de negócios na agricultura, foi apresentado ao cônsul os exemplos na bovideocultura, com os processos de corte e extração de leite de gado; a fruticultura com os exemplos do açaí, cupuaçu, entre outras futas, que servem tanto a indústria alimentícia quanto a de cosméticos; o cultivo da floresta plantada, tanto para o setor energético quanto para indústria; a agroenergia com enfase no dende; a indústria de grãos; a cacauicultura, onde o Pará é o segundo maior produtor brasileiro, assim como a cultura da mandioca, outro exemplo de sucesso.

Ao final da reunião, o cônsul enfatizou que agora tem uma idéia mais clara de em que mercados os países podem cooperar entre si. “Nas áreas de agrotecnologia, por exemplo, Israel tem bastante expertise, assim como a de tecnologia de água e irrigação. Na área de segurança pública temos muitos anos de experiência que podemos compartilhar e discutir com a Secretaria de Segurança Pública do Pará. Também outro setor que visualizamos é o de telecomunicações onde contamos com um grande know how. Nesta reunião aprendi que o Pará é um grande exportador de boi vivo. Nosso país não tem grande quantidade de carne localmente produzida. Temos que importar o boi vivo da Austrália e agora vi uma oportunidade boa de importar esta carne do Pará, que é mais viável”, explicou. E prosseguiu: “O projeto do cultivo de palma também é muito interessante pela necessidade de investimento nessa área e na de projetos de irrigação. Com certeza queremos aprofundar os laços econômicos e comerciais entre Israel e o Pará”, conclui.

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