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terça-feira, janeiro 20, 2026
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Confira o desempenho das instituições de ensino superior do Bico na avaliação do MEC

EDUCAÇÃO

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O Ministério da Educação (MEC) divulgou nesta quarta-feira, 8, o resultado da avaliação das instituições de ensino superior no país, por meio do Índice Geral de Cursos (IGC) 2015. O índice leva em consideração o desempenho dos estudantes, a infraestrutura, formação dos professores e ainda indicadores da pós-graduação.

A região do Bico do Papagaio conta atualmente com cinco instituição, Universidade Federal do Tocantins (UFT), Instituto Federal de Educação, Ciências e tecnologia (IFTO), Universidade Estadual do Tocantins (Unitins), Faculdade Integrada de Araguatins (Faiara) e Faculdade do Bico do Papagaio (Fabic).

Entre as cinco, IFTO e UFT tiveram o melhor desempenho alcançando a faixa 3. As notas variam de 1 a 5. Unitins e Fabic chegaram a faixa 2 e Faiara ficou na faixa 1.

O MEC divulgou também o chamado Conceito Preliminar de Curso (CPC) que, em 2015 avaliou os cursos de graduação de administração, administração pública, ciências contábeis, ciências econômicas, jornalismo, publicidade e propaganda, design, direito, psicologia, relações internacionais, secretariado executivo, teologia e turismo. Além dos cursos tecnológicos de comércio exterior, designs de interiores, moda,  gráfico, gastronomia, de gestões comercial, qualidade, recursos humanos, financeira, pública, logística, marketing e processos gerenciais.  Dos cursos avaliados, as instituições de ensino superior no Bico do Papagaio oferecem: Administração, Ciências Contábeis e Direito.

Os cursos de Direito e Ciências Contábeis oferecidos pela Unitins não foram medidos pois ainda não possuíam registro no MEC. Na Fabic, o curso de Ciências Contábeis ficou sem conceito, e na Faiara, o curso de Administração ficou na faixa 1.

Entenda os indicadores  

Anualmente o Inep avalia o ensino superior por meio de uma série de indicadores. Um deles é o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), aplicado aos estudantes concluintes do ensino superior. A cada ano um grupo diferente de curso é avaliado. A cada três anos, todos os cursos são apreciados.

Além das provas do Enade, os estudantes respondem a um questionário sobre condições socioeconômicas e sobre o curso e a instituição. O questionário contém, por exemplo, questões sobre infraestrutura e condições de ensino e aprendizagem. Tanto as provas do Enade quanto o questionário são obrigatórios para os concluintes dos cursos avaliados, que ficam impedidos de receber o diploma caso deixem de fazer o exame sem justificativa.

O CPC é calculado com base principalmente no desempenho dos estudantes Enade, nos dados obtidos por meio do questionário do estudante e nos dados dos professores obtidos no Censo da Educação Superior. São considerados por exemplo, o número de mestres e doutores na instituição, bem como as condições de trabalho.

O IGC é calculado com base no CPC e em avaliações dos cursos de pós-graduação feitas pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Para que todos os cursos da instituição sejam considerados, o cálculo é feito com base nos três últimos CPCs.

Tanto o CPC quanto o IGC são distribuídos em conceitos de 1 a 5, por meio da chamada curva de Gauss – gráfico de distribuição normal de um determinado conjunto de dados e representa uma função que possui propriedades peculiares -. A faixa 3 é definida pelo Inep como a média. Os cursos que mais se distanciam da média seja para cima ou para baixo são distribuídos nos demais conceitos.

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