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sábado, janeiro 24, 2026
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Cesta básica do PA tem nova alta e continua entre as mais caras do país

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A alimentação básica dos paraenses continua entre as mais caras do país. Pelo quarto mês consecutivo, a cesta básica paraense sofre reajuste. Em abril, o aumento, em comparação com março, foi de 5,25%. No acumulado dos quatro primeiros meses deste ano, a alta chega a 13%, de acordo com pesquisa do Dieese-PA divulgada nesta terça-feira (7).

Segundo o levantamento, em abril, o custo da cesta básica para um trabalhador paraense foi de R$ 307,18.

Com alta de 18,55%, o tomate é o item que sofreu o maior reajuste no período, seguido da banana, que ficou 12,42% mais cara; caro do feijão com alta de 8,02%; do leite com alta de 2,55% e da farinha de mandioca com alta de preço no mês de 1,89%.

Ainda de acordo com a pesquisa, alguns produtos básicos da alimentação dos paraenses apresentaram recuo de preços, os mais significativos foram: óleo de cozinha com queda de 1,35%, seguido da carne bovina com queda de 1,30% e do arroz com queda de 1,26%.

Segundo o Dieese, no mês de abril, o custo da cesta básica para uma família padrão paraense, composta de dois adultos e duas crianças, ficou em R$ 921,54 sendo necessários, portanto quase 1,4 salários mínimos para garantir as mínimas necessidades do trabalhador e sua família, somente com alimentação.

O estado segue a tendência de aumento de preço registrada na maioria das demais capitais pesquisadas: das 18 capitais pesquisadas, apenas 6 apresentaram recuo no custo da alimentação básica. São Paulo apresentou o maior valor da alimentação básica com R$ 344,30; seguida de Manaus com custo de R$ 339,64 e de Vitória com R$ 328,94.

Em termos de variação, no mês de Abril/2013, entre as 18 capitais pesquisas, Recife teve crescimento 6,55% foi quem apresentou a maior variação positiva em relação ao mês de março, seguida de João Pessoa com alta de 5,94% e de Belém com alta de 5,25%.

Portanto, no balanço nacional, Belém foi a terceira capital do pais com maior variação de preço na alimentação básica e figurou entre nove capitais onde o custo da alimentação foi mais caro.

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