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quinta-feira, março 5, 2026
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Balanço da Operação Piracema revela apreensão de quase 40 mil metros de redes nos rios do Tocantins

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O período de proteção aos peixes durante a reprodução, conhecido como piracema, terminou recentemente nos rios do Tocantins, trazendo à tona um balanço das ações de fiscalização realizadas ao longo dos últimos meses. Durante a operação, equipes ambientais intensificaram a presença em rios, lagos e áreas de pesca, realizando dezenas de inspeções e apreendendo equipamentos utilizados de forma irregular. Redes ilegais que somaram quase 40 quilômetros foram retiradas das águas, além de pescado capturado de maneira proibida e animais silvestres mantidos de forma irregular. Embarcações, motores e outros equipamentos também foram recolhidos durante as abordagens.

Além da repressão à pesca ilegal, as atividades priorizaram a orientação das comunidades ribeirinhas e de pescadores esportivos sobre as regras que protegem as espécies durante o período de reprodução. Ao todo, milhares de pessoas receberam informações sobre a importância de respeitar o defeso, incluindo pescadores de dezenas de municípios e estudantes de escolas públicas que participaram de ações educativas voltadas à preservação dos rios. A iniciativa reforçou a ideia de que proteger os ciclos naturais dos peixes garante não apenas o equilíbrio ambiental, mas também a continuidade da pesca como fonte de renda e alimento para muitas famílias.

Mesmo com o fim da piracema, a pesca segue submetida a normas ambientais que definem espécies proibidas, tamanhos mínimos de captura e limites de transporte de pescado. Essas regras têm o objetivo de evitar a exploração predatória e manter o equilíbrio dos ecossistemas aquáticos. O descumprimento da legislação pode resultar em multas, apreensão de equipamentos e outras penalidades previstas na legislação ambiental brasileira, reforçando a importância de que pescadores e consumidores conheçam e respeitem as regras para garantir a sustentabilidade dos recursos pesqueiros.

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