A Prefeitura de Araguatins realizou nesta quarta-feira, 28, no auditório da Câmara Municipal a Audiência Pública de Prestação de Contas do 1º quadrimestre do ano de 2017.
Foram mostrados números, despesas e dados, além de explanação da atenção aos limites de aplicação e das metas fiscais exigidas pela Lei de Responsabilidade Fiscal.
A reunião cumpre a Lei Complementar Federal nº 101/2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal). A audiência foi aberta ao público e teve como finalidade debater e contribuir para a elaboração do documento.
Os vereadores Ian Cavalcante (PPS) e Gilvan Neri (PSB), membros da bancada de oposição e que estiveram na audiência, reconheceram a importância do evento, porém apresentaram sugestões e pediram mais transparência e melhor clareza na apresentação dos gastos.
“A explanação geral do contador muito boa. Porém quando passou para as pastas só estou convencido da Saúde e Finanças, que fizeram um relatório breve, colocando as dívidas e o que ficou nas contas. Os outros só propaganda marketing. Agricultura falou em recuperação de máquinas, preparação para plantar e mostrando fotos, mas o que gastou ninguém se sabe. Esporte, Juventude e Turismo mesma coisa. Festa de Réveillon, Carnaval, Campeonato Municipal, Aniversário do Município, também seguiram pelo mesmo caminho, muitas fotos e relatório de gastos não foi apresentado. Assim foram todas as outras, Ação Social, Educação, Infraestrutura e Meio Ambiente. Teve ações? Teve! Porém, quanto custaram? Ninguém respondeu e o objetivo da Audiência Pública é para mostrar isso. Mas estavam preocupado era com o tempo, doidos para terminarem como fizeram. Acho também, que quem deveria responder as perguntas, era os que estavam a frente de suas respectivas pastas, não o prefeito. Ele não deu conta de responder nem o Catatau”, comentou Ian.
Gilvan Neri seguiu na mesma linha, disse a nossa reportagem que a gestão mostrou desprendimento realizar a audiência Pública e mostrar disposição a esclarecer os questionamentos, mas espera mais clareza na próxima vez. “Nossa função é fazer o trabalho fiscalizatório. Para isso acontecer de maneira mais eficiente é necessário os dados precisos, mostrar de onde saiu o dinheiro e onde entrou. Precisamos saber, para mensurar se aquilo está dentro dos padrões legais e morais. Também precisamos observar se não está sendo gasto muito dinheiro em ações que não dão o retorno necessário a população. O prefeito se comprometeu já na próxima audiência, mostrar os números, vamos continuar cobrando e fiscalizando”, disse Gilvan.




